sexta-feira, 21 de junho de 2013

Parabéns MPL! Vocês são o futuro do Brasil!!!!

Só posso dar os PARABÉNS a esses jovens que acabaram de declarar na televisão que são contrários a apropriação das bandeiras da direita (incentivadas e insufladas pela mídia, repito sempre) e portanto se desligam a partir de agora, disso que está aí.
 
Essa garotada conseguiu na raça e na luta das ruas uma vitória importante, menos pelos 0,20 e mais pelo simbolismo de que vale a pena pressionar o poder público por melhorias sociais para TODA a população.
 
Mas agora fazem bem em pular do barco golpista armado pela mídia (onde já se viu a Globo interromper a novela das 8 pra mostrar protesto social?) e que atraiu, como já se previa, uma escória fascista que vai pras ruas insatisfeita "com tudo isso que tá aí" e espancam trabalhadores, saqueiam lojas de pequenos comerciantes e vaiam e batem em que ousa levantar suas bandeiras.
 
A molecada mostrou que não está de bobeira, afirmou sua condição de esquerda, e acabou de dar uma resposta na lata da repórter da Globo News:
 
- O Movimento está deixando os protestos?
 
- Sim compreendemos que o primeiro passo já foi dado e não concordamos com a adesão de pessoas cuja indignação não compactuamos e estão ditando o ritmo das passeatas..
 
- Mas a Pec, 37 e a corrupção (pergunta desavergonhadamente a repórter sobre a pauta da Globo)
 
- Nós respeitamos quem pleiteia essas questões, mas essa não é nossa bandeira, nosso foco agora é a Tarifa zero, vamos dar uma pausa pra direcionar as ações pra questão do Transporte Público, que é o nosso objetivo maior.
 
Parabéns MPL! Vocês são o futuro do Brasil; a Globo e seus "manipulados indignados de ocasião", o passado que queremos esquecer

Como o levante dos jovens virou rebelião fascista

Agora o estrago está feito. Minhas paranóias iniciais, de que a coisa poderia degenerar numa espécie de rebelião descontrolada tipo Líbia, com infiltração de todo tipo de oportunistas, tornaram-se realidade. Ainda tentei sufocar minhas paranóias e acreditar um pouco no bom senso dos jovens. “Eles querem ser politizados. Tudo vai dar certo”, pensei. É legal ver os jovens indo às ruas protestar por um Brasil melhor. É a primavera da juventude! Quebrei a cara. Não apenas eu. Até a presidenta fez elogios às manifestações. Mas todas as ressalvas que fiz acabaram se tornando o ponto principal. A coisa toda virou um pesadelo golpista. Sem foco, o movimento degringolou numa revolta fascista, com jovens camisas negras espancando militantes de partidos de esquerda e gritando “ditadura já”!
                                          (Miguel do Rosário )

http://www.ocafezinho.com/2013/06/20/levante-da-juventude-virou-rebeliao-fascista/

Nossa luta agora é também contra alguns grupos que querem tomar o poder a força, dando golpes para saquear ainda mais o país e reduzir o debate político, com palavras de "fora partido" e contra a corrupção, mas querem uma solução conservadora e autoritária como foi golpe de 1964

Por favor, leiam com atenção o posta mais importante que já pus aqui:
 
Temos que falar em partidos e corrupção. O que nós diríamos se estivéssemos no lugar da Dilma?
 
A situação política das manifestações do povo na rua requer uma decisão nossa, então vamos ao conflito entre o que diz a imprensa financiada pelo poder econômico refletida nas ruas pela posição de algumas facções com agressões aos partidos e gritos contra a corrupção e a nossa proposta de emancipação pelas lutas populares.
 
Nós dos movimentos sociais que sempre convocamos manifestações para lutar contra as injustiças sociais na saúde, na educação, nos transportes, na dívida pública, na falta de moradia (contra às remoções), nas leis de exceção em razão de Copa do Mundo e Olimpíadas, na destruição da natureza, no massacre aos povos originários, na discussão dos gastos públicos e pela partição popular, estamos acordados e querendo o povo nas ruas para conquistar à transformação social e muitos de nós temos participação ou simpatia por poucos partidos de esquerda e contamos com apoio de raros parlamentares destes partidos.
 
A democracia burguesa em todo o mundo está sendo contestada, pois ela representa 1% da população, ou seja, os interesses dos poderes econômicos. No Brasil o quarto poder que é a comunicação comercial , que também reflete o pensamento desta elite econômica, busca influenciar a posição política das pessoas que assistem à televisão e aos outros meios, então o primeiro passo para uma nova democracia é a democratização dos meios de comunicação, ou seja, a quebra dos monopólios, da concentração através de lei específica e do investimento em meios de comunicação independentes do mercado, ligados aos movimentos sociais e às universidades. Precisamos de um amplo debate para diminuir a força do pensamento único estabelecido pela concentração dos meios de comunicação. Com a voz de vários pensamentos políticos podemos estabelecer uma discussão política democrática sobre partidos, representação política e propor uma reforma política que poderá diminuir a corrupção.
 
A discussão é representação política e corrupção, qual a solução imediata. Nós sabemos que quem corrompe é quem tem dinheiro, a máfia dos transportes em todas as capitais sustenta um mensalão nas câmaras de vereadores. As empreiteiras, os bancos, o agronegócio e as multinacionais sustentam o financiamento das campanhas eleitorais e mantém um lobby permanente com escritórios de advocacia que azeitam além do poder legislativo o poder judiciário e indicam nomes para ministérios e secretarias. Vamos falar de corrupção a sério, não entendemos como a presidente Dilma com seu partido sendo julgado pelo mensalão não teve a coragem de atacar com a reforma política e o financiamento público e exclusivo das campanhas eleitorais, vemos que o governo é refém da corrupção estabelecida, mas quando a direita udenista representada pela Globo e a Veja falam em corrupção estão apenas querendo mudar a gerência da quadrilha dos 1% que saqueiam o país com seus lucros exorbitantes e a utilização de paraísos fiscais através do capital financeiro.
 
A Dilma tem que se pronunciar sobre reformas estruturais é o momento de reforma política, com o uso da rede para ouvir, debater e encaminhar as vontades populares, precisamos já do financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais. As audiências públicas, os conselhos não podem continuar sendo instrumentos formais que debatem e depois eles fazem conforme os interesses econômicos, utilizando leis de exceção como estamos vendo, com o não cumprimento da Constituição, do Estatuto das Cidades, dos direitos indígenas e de tantas leis em razão dos interesses do Poder Econômico que realmente manda no país, mas só o conflito e a consciência das pessoas através das lutas por direitos poderá conquistar a transformação, provavelmente o governo se pronunciará com medidas paliativas para manter tudo com os mesmos mandantes.
 
Nossa luta é também contra alguns grupos que querem tomar o poder a força, dando golpes para saquear ainda mais o país e reduzir o debate político, com palavras de fora partido e contra a corrupção, mas querem uma solução conservadora e autoritária como foi golpe de 1964. Então apesar da nossa crítica profunda ao sistema temos que pensar numa transição conseguindo apoio dos trabalhadores e oprimidos de outros países, pois a crise é mundial, o capitalismo é um sistema mundial que destrói a natureza e as condições de uma sociedade que nos faça felizes. A influência dos EUA e das corporações internacionais em nosso país é muito grande, o processo de globalização aprofundou a dominação internacional, então precisamos pensar no processo de emancipação da dominação capitalista e da corrupção do sistema, com a organização popular e com a união contra o fascismo da direita que se apresenta no cenário.
 
Nas ruas, nas favelas e por toda cidade juntos pela transformação social.
 
Hertz Leal é, além de um grande amigo um brasileiro com uma história de luta nos movimentos sociais.
 
 

Ministra das comunicações sociais, demita-se! Olha o que a Globo fez ao imbutir nesses jovens todo o ódio contra a política

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/06/helena-chagas-demita-se.html

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Um viva a você que acordou, mas por favor, respeite a quem nunca dormiu!

Quando muitos de vocês estavam nascendo, nós já estávamos nas ruas., lutando por um país melhor.

Por favor, respeitem as nossas bandeiras. Sejam elas dos partidos, de movimentos sociais e até o nosso vermelho tradicional puro da luta social.

Nós lutamos por muitas coisas, temos foco e direção, já apanhamos de governos, mídia e da classe dominante desse país, mas jamais sonhamos em sermos chutados nas ruas por gente que divide o asfalto conosco!

Nem todo anti-partidário é fascista, mas todo o fascista abraça a ideologia do anti-partidarimo



Relato de um amigo que sentiu na pele a fúria dos facistóides no Rio

Cheguei bem. Depois de compartilhar as informações sobre o que o choque está barbarizando por aí, quero informar o que se passou antes.
Os movimentos sociais organizados se juntaram ao conjunto da marcha na Presidente Vargas, em frente à Ur...uguaiana. Sim, muitas manifestações verbais contra a presença das bandeiras vermelhas, contra os partidos de esquerda, num somatório do senso comum generalizado e da campanha da Globo... até aí tudo bem. No decorrer da manifestação, a coisa mudou de figura. Apoiado no sentimento confuso da massa, tomou forma o fascismo. Infiltrados, fascistas convictos e lúmpens ...organizaram-se para expulsar da manifestação as bandeiras vermelhas. Agressões, socos, chutes, paus, pedras, bombas de artifício (que, sim, machucam). Muito orgulho da militância que conseguiu se defender e isolar os fascistas da coluna dos movimentos sociais por mais de uma hora. Depois não deu mais... o fascismo venceu esta batalha.
É necessária a mais ampla unidade anti-facista contra esta velha forma que reencontraram para combater a luta consciente.
 
Temos companheiros hospitalizados nesse momento, feridos por pedras, bombas, espancados pelos fascistas que se apoiaram nos gritos anti-partido. Precisamos de você, amigo apartidário, para combater o anti-partidarismo fascista.

Na foto do Extra, a coluna de segurança dos movimentos sociais, marchando de costas, protegendo as bandeiras vermelhas da fúria fascista.
 

Não deixaremos os fascistas tomarem as ruas

Não deixem baixar as bandeiras vermelhas. Foram os melhores filhos do povo que derramaram seu sangue pela defesa dela
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/06/os-fascistas-sairam-as-ruas.html

A disputa com a direita é nas ruas!

Sim, somos de esquerda e temos uma pauta de esquerda... Não, não seremos manipulados pela pauta da direita"
                                                                                                                                                                                         (MPL)
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/06/a-disputa-com-direita-e-nas-ruas.html
  
 

 

Pela primeira vez de 2003, a esquerda se uniu sob o cacete da direita.

http://www.viomundo.com.br/politica/na-paulista-defensores-de-democracia-sem-partidos-atacam-militantes-de-esquerda-e-queimam-bandeiras-vermelhas.html

 

Globo declara guerra pela boca dos jovens: A empresa vai com tudo e usa todas as forças possívei se inimagináveis pra derrubar a Dilma!!!

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/06/20/globo-derruba-a-grade-e-o-golpe/

 

]

Movimento dos blogueiros conversa com Mov. do Passe livre: Estamos juntos por um Brasil melhor e rechaçamos a direita fascista que, insulflada pela mídia, quer se apropriar do movimento

"Sim, somos de esquerda e temos uma pauta de esquerda”. Ou: “Não, não seremos manipulados pela pauta da direita”    (MPL)

O momento é de pedir a quebra do oligopólio dos empresários de ônibus

http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2013/06/e-preciso-quebrar-o-oligopolio-dos-empresarios-de-onibus-em-sp-diz-marilena-chaui-8389.html

MPL precisa se desvencilhar da carona oportunista que hoje embaralha a sua extração histórica e pode ferir de morte a credibilidade conquistada nas ruas

A vitória superlativa das ruas com a reversão do reajuste tarifário em SP foi saboreada pelos dirigentes do MPL com um misto de euforia e alívio. A continuidade dos protestos evidenciava uma crescente diluição do movimento nas tinturas  de uma desqualificação do governo federal e das  conquistas econômicas e sociais dos últimos dez anos. A jovem liderança do MPL, que se declara de esquerda, admite que já não sabia como reverter a usurpação martelada pela emissão conservadora. Há atitudes óbvias. Incompreensivelmente ainda não adotadas por quem dispõe de todos os holofotes da boa vontade nesse momento. Uma sugestão prosaica: convocar uma entrevista coletiva e desautorizar  o dispositivo midiático conservador, que surfa na onda dos novos cara-pintadas para rejuvenescer a narrativa de um antipetismo histórico. A abusada antecipação da campanha de 2014 inclui cenas -e ameaças--  de invasão de palácios, mesmo quando ocupados por governantes já comprometidos com a redução tarifária. Essa era a agenda da 'comemoração' no RS, nesta 5ª feira. Qual o propósito dessa sessão de fotos com data e hora marcada? Aos integrantes do MPL  não cabe o bônus da ingenuidade. Embora jovens, souberam fixar um alvo de notável pertinência histórica. A  mobilização de massa em defesa da tarifa zero e por uma cidade dos cidadãos carrega a promessa de um chão firme do qual se ressente  o planejamento democrático no país. Só um movimento urbano forte, capaz de disputar a construção da cidade com a lógica do lucro imobiliário poderá reverter o caos das grandes metrópoles. Se for a semente disso, o batismo de fogo do MPL, com todas as suas lacunas, já terá valido a pena. Antes, porém, precisa se desvencilhar da carona oportunista que hoje embaralha a sua extração histórica e pode ferir de morte a credibilidade conquistada nas ruas

Por que a ruptura democrática interessa a mídia

Caros amigos,
 
os que tiverem Facebook, por favor, se puderem, não se deixem levar pela onda avassaladora de ódio a classe política. Isso tem um fim específico e cumpre rigorosamente a agenda conservadora da direita mais golpista que tem no Brasil, cujos maiores porta-vozes estão "infiltrados" nos meios de comunicação
 
Sem querer, essas pessoas, as vezes até bem intencionadas, estão fazendo a alegria de Arnaldo Jabor, Merval Pereira, Ali Kamel e outros ainda piores e mais poderosos que não suportam a democracia e querem mais é despolitizar todo mundo...
 
Os partidos são uma merda? Nosso sistema é falho e abafa as ideologias? Ok.. Mas isso só se corrige na raça e na participação constante. Democracia só se corrige com mais democracia e não demonizando a política.
 
ps: E tb no dia em que fizermos uma revolução nos meios de comunicação que dominam a opinião publica nesse país e abrirmos a caixa preta de todos os VERDADEIROS poderosos, PEIXES GRANDES que eles trancam a sete chaves e que giram a roda da corrupção e emperram nosso sistema, manipulando a classe política como fantoches.
 
 ps2:A corrupção na política é só a ponta, é quase como o menino negro que vende droga na favela..O dia em que a mídia for democratizada, aí sim teremos a chance de ver os Daniel Dantas, Gilmar Mendes, os donos das Empreiteiras, banqueiros, os barões do transporte, empresários nefastos,  que estupram o nosso país diariamente e estão livres dos holofotes do Jornal Nacional e , por extensão, da fúria da galera no facebook
 
vale a pena ler o fragmento abaixo e o texto do professor Venício Lima na íntegra (no link)
 
abaixo.
 
O teor exclusivamente denunciatório de grande parte das informações acaba por estabelecer junto à sociedade (...) uma ligação direta e
 
extremamente nefasta entre a desmoralização da atual conjuntura e a substância mesma dos regimes democráticos. (...)
A despeito da evidente responsabilidade que cabe à imensa maioria da classe política pelo desenrolar sombrio do processo político brasileiro,
os meios de comunicação a apresentam de modo homogeneizado e, em comparação com os dardos de sua crítica, poupam outros setores (...).
Tem-se muitas vezes a impressão de que corrupção, cinismo e desmandos são monopólio dos políticos, dos partidos ou do Congresso
 o texto:
 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Não existe movimento social de massa apoiado pela direita midiática

O MPL é um movimento de reivindicações justas e legítimas, que deve ser apoiado sim pois pressiona o poder por transformação social e isso é fundamental na democracia.
Agora, esse aglomerado gorduroso de musas da globo, marchinhas e bandeirolas, que ataca até trabalhadores e caiu no deleite da grande mídia, pra mim não.

Bastaram três dias, para a Globo dar a sua forma a esse movimento do “Cansei geral mas não sei bem de quê!”: Contra a política (leia-se o governo que execram), contra a corrupção (qualquer semelhança com o golpe de 64..) e contra tudo e pronto (ou seja sem ideologia nenhuma que não seja a que seus mestres “colonistas” lhe imputarem dia e noite)

Que papo é esse que o povo acordou? Da minha parte, e a dos vários companheiros de luta, já estamos acordados e nas ruas há muito tempo, marchando juntos e gritando, não “contra tudo isso que tá aí”, mas sempre com um objetivo, seja ele o prefeito o governador (e até presidente progressista que se cala diante das remoções), seja na luta dos professores, pela democratização da mídia, contra corruptos como Ricardo Teixeira, etc

Não me lembro de ter visto a Yasmim Brunet e Bruno Gagliasso , em nenhuma dessas lutas…Não me lembro de Ana Maria Braga, Luciano Huck e Luana Piovanni abraçando nenhuma das nossas causas . Muito pelo contrário, lembro sim como na semana passa mesmo, VEJA GLOBO etc_ descendo a lenha sem perdão no Movimento social, e dando porrada ideológica no lombo da classe trabalhadora. Que papinho é esse agora de que tamo junto e misturado?

ps: Força ao MPL!
 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Rodrigo Vianna conta o que viu nas ruas

Jovens despolitizados pela inclusão via consumo de um governo que dormiu no ponto + mídia conservadora que martela dia e noite seu receituário golpista + demanda legítima por mudanças reprimida = Um caldo reacionário muito explosivo!

"Penso com meus botões: essa turma  foi pra rua pra pedir serviços públicos de qualidade e, de repente, está pedindo também menos impostos, menos Estado. E queimando a bandeira do Brasil. O que é isso? 

Ah, é o sintoma de uma sociedade que incluiu jovens pelo consumo, sem politização. Ok. Isso está claro. Desde 2010, dizíamos nos blogs que essa equação do lulismo poderia não fechar. Despolitização? Ou pior que isso: um pé no fascismo? O discurso que nega a Política é a melhor forma de deixar a avenida aberta para uma Política autoritária.  

Claro que o povo na rua é muito mais que isso. O recorte que descrevo acima é bastante específico. Entre os milhares que foram para a Paulista, na segunda e na terça-feira em São Paulo, havia muita gente progressista, disposta a mudar o Brasil. Mas ali também imperava o “Fora, Políticos”. Ora, se todos foram eleitos, o que será que essa turma imagina? Sovietes no Grajaú e no Morro do Alemão? Nada disso. A ideia de muitos por hora é botar fogo em tudo. Qual será o fim disso?

Clique para ler:

http://www.rodrigovianna.com.br/palavra-minha/foda-se-o-brasil-gritava-o-rapaz-em-sp.html#more-19986

MPL, das ruas, responde a Arnaldo Jabor

Comentário: E pensar que é esse senhor de nível intelectual tão raso, ideias confusas, que consegue  semear ódio de forma espirituosa, é esse senhor que alimenta os corações e mentes da classe média brasileira, no Jornal impresso, Televisão e na Rádio!

Quando vejo essa aberrações, me vem a convicção de que precisamos urgentemente democratizar os meios de comunicação no Brasil, pra trazer a pluralidade e de tirar das mãos de pessoas ruins como ele, a tarefa de formar a SAGRADA opinião pública.

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/06/video-procura-de-arnaldo-jabor.html#more

O colunista Arnaldo Jabor fez um dos mea culpas mais espetaculares na história do jornalismo mundial, notável em dois aspectos: pela convicção e truculência do primeiro comentário, devidamente renegado; e pela velocidade da mudança de ideia.

“Só os tolos e os mortos não mudam de opinião”, disse o poeta e diplomata abolicionista James Russell Lowell. Entendido. Mas uma autocrítica dessa violência, em menos de uma semana, é um caso de estudo.

No Jornal da Globo, Jabor dirigiu palavras virulentas aos manifestantes do Movimento Passe Livre. Apoplético, comparou-os ao PCC, classificou-os de revoltosos de classe média, xingou-os de filhinhos de papai. “No fundo, tudo é uma imensa ignorância política. Uma burrice misturada a um rancor”, cravou.

Dilma exonera Ministro da Justiça

Já vai tarde!
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/06/18/dilma-destitui-cardozo-ja-era-tempo/

Virada sensacional de Haddad: Colocou os empresários no centro do debate político

Agora sim!!!

http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2013/06/18/lucro-dos-empresarios-une-haddad-e-mpl/

A instrumentalização covarde do movimento popular pela Veja e Globo

Na sua última edição, Veja contrariou sua linha editorial e se posicionou a favor das manifestações. Quando um veículo que representa o que há de mais reacionário na sociedade apoia movimentos sociais, há no mínimo um ponto de extrema relevância para refletir.
Mas as páginas de Veja só revelam a nova postura dos veículos da imprensa dominante: já que não podem mais controlar ou evitar a multidão, manipulam seus objetivos. De acordo com a revista, o descontentamento dos manifestantes se deve também à corrupção, à criminalidade…Falácia.

http://www.cartacapital.com.br/sociedade/nao-podemos-nos-alinhar-aos-datenas-jabores-e-pondes-4545.html

Movimento do "Cansei de tudo" repete, sem perceber, os mantras de Jabor e cia.

Infelizmente, é com muito pesar que eu digo, que, pelo rumo que está tomando, é isso que está acontecendo. Estão fazendo o jogo da direita midiática direitinho, repetindo essa marinice ,essa caetanada de que "somos apolíticos, mas queremos mudar o mundo inteiro"
 
Caramba, ao invés do repúdio exclusivo e doentio a política partidária, a classe política, aos partidos e a representação de uma maneira geral (esses que na maioria das vezes não passam de fantoches), tinham mais é que que ir pra cima dos verdadeiros VAMPIROS que mandam no Brasil :
 
As empreiteiras, empresas de grande porte como a Globo e nesse caso bem específico: Os barões do transporte no Brasil
 
Vamos acordar, caramba!!!!! servir de massa de manobra para o conservadorismo mais retrógrado é tudo que não podia acontecer com essa turma cheia de energia e boas intensões!
 
Não deixe de ver, no artigo abaixo, quem sãos verdadeiros inimigos da classe trabalhadora:
 

Agora que a mídia comprou a manifestação tu vem dizer que acordou?

Começou a disputa pelos sentidos:  Reacionários, artistas da televisão e muita gente antenada por aí, estão determinados a também sair do facebook e transformar a insatisfação coletiva numa versão inchada do elitista Movimento Cansei, com sua pauta moralista e antipetista.
 
O povo já está na rua há muito tempo, movimentos sociais estão mobilizados apanhando da polícia faz muito tempo. São eles os baderneiros, os vândalos, "os que atrapalham o trânsito". Movimento pelo transporte, Movimento Feminista, Movimento pela Terra, Movimento Estudantil, dos professores..
 
Ninguém tava dormindo! Essa violência que espanta todo mundo não é novidade, não é coisa de agora. Acontece TODOS os dias nas periferias brasileiras, onde não tem câmera pra registrar ou repórter para se machucar e modificar o discurso da mídia.

 Não podemos admitir que nossa luta seja convertida pela direita numa passeata contra a corrupção e que tem em Luciano Huck, Luana Piovanni e Ana Maria Braga fervorosos entusiastas.
 

Jovens, não se deixem enganar como seus pais: A Globo e a Veja são contra o Brasil!

http://www.fazendomedia.com/protestos-ainda-bem-que-existe-a-midia-alternativa/

Se Liga, Dilma! A mídia vai usar a energia desses jovens pra te derrubar

http://www.fazendomedia.com/se-liga-dilma-a-midia-e-o-partido-da-oposicao/

A Direita Midiática já começou vasta operação para se apossar do movimento de massas

"O perigo é uma manifestação como a atual ter sua voz (como já acontece) canalizada pela mídia conservadora que rapidamente percebeu que podia virar o jogo para não perder mercado."
 
                    (Lincoln Secco)

O poder da mídia é avassalador. Se o movimento agora é "contra tudo isso que tá aí"...Veja , Globo , Folha e Estadão não perderão essa oportunidade histórica de ideologizar e dar-lhes  uma bandeira, que aliás, é a única que concordam em gênero, número e grau:  A cabeça da Dilma!
 
Duvidam? Basta um Globo Repórter ligando "os caras pintadas de 92 aos olhos-roxos de 2013" e pronto. Veremos o ódio contra a presidente espumando na boca dos filhos dos leitores da Veja pelas ruas de todo o Brasil.
 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Jovens nas ruas: Conservadorismo do governo Dilma finalmente lhe pegou pela pé.

Há muito tempo eu venho batendo nessa tecla, do afastamento do governo com compromissos históricos e a capitulação irrefreável a agenda conservadora nacional.
 
Com a incapacidade da presidenta de se comunicar com o povo, a comunicação social ficou nas mãos dos barões da mídia e seus abutres diários, que expandiram seus limites para além das bancas do Leblon, Lagoa etc_ e hoje dominam a rede o Facebook e o Twitter.
 
São eles que fazem de Joaquim Barbosa um herói nacional e de qualquer intelectual do nível intelectual de um Arnaldo Jabor um gênio da raça.
 
Agora está aí, esses novos jovens, os quadriculadinhos, de cabeças laranja, maquininhas nas mãos e fios no ouvido, que estão completamente desplugados do passado e já nasceram dentro da rede, essa garotada tranquilona, que achávamos estarem adormecidos, alienados; depois de bombardeados dia e noite há 8 anos com notícias do fim do mundo aqui no Brasil, pelos corneteiros do apocalipse da Veja e da Globo, vão as ruas cheios de indignação contra sabe-se lá o quê mas estão indo e angariando, mais e mais gente..
 
Isso é muito bom! Povo na rua é sempre bom demais, mesmo que sem uma causa definida! Tá certo que a crise da representação, mais hora menos hora , explodiria pra algum lado, mas, em se tratando de Brasil, onde já vimos de tudo acontecer, muita calma nessa hora é sempre bom..
 
O governo bobeou feio, mas ainda não dançou...O próximo passo, dependendo do volume e pra onde isso avançar, vai ser a mídia capitalizando essa energia genuína da rapaziada - como já está fazendo com os artistas da novela pintados -  pra derrubar Dilma e trazer junto a cabeça do Lula.
 
Nunca é demais lembrar que a Globo, em 92, lançou uma geração nas ruas pra "cuspir" do planalto um presidente atordoado, que meteu os pés pelas mãos e, isolado, já não lhe servia mais.
 
Imagina agora, em tempos de banda larga, onde controlam o conteúdo digital.
 
Vale muito a pena ler o Azenha. Concordo integralmente com o que ele diz.
 
 
 
 
 
 

Não existe Jabor em SP

Não é mais tempo de explicar nada.É o melhor dos tempos, é o pior dos tempos, e são todos de uma vez só.

http://www.viomundo.com.br/politica/desencanto-profundo-genuino-e-potencialmente-violento.html

Luis Nassif manda resposta para Arnaldo Jabor

Quem aprendeu a enxergar os grandes movimentos sísmicos da história, identificou na movimentação da rapaziada um cometa brilhante que cindiu o tempo histórico e marcou definitivamente a divisa entre o velho e o novo.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/como-a-politica-mostrou-se-irremediavelmente-envelhecida-0

Marcelo Adnet revela a confusão mental do comentarista da Globo


A resposta paulistana ao fascismo incurável de Jabor


Senhora de noventa e tantos de idade ensina o que é liberdade a Arnaldo Jabor


O inacreditável Arnaldo Jabor

Vejam o que diz o confuso e histriônico, porta-voz numero um do conservadorismo nacional.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

De uma favela do Paraguai para o mundo

Simplesmente Sensacional!

ps: Em 2010, a Globo fez a aquela matéria etnocêntrica contra o país a ponto do Min. da Cultura de lá exigir uma retração, que acabou acontecendo.
 Taí, agora,  uma boa "resposta" pra essa doença da mídia empresarial conservadora que menospreza e denigre até onde pode a América Latina e se agacha sem a menor  cerimônia pra tudo que vem de Washington.

http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/103610/M%C3%BAsica-do-lixo-no-Paraguai-uma-orquestra-nasce-do-entulho.htm

sábado, 8 de junho de 2013

A caminho da copa

Para quem quer saber o que acontece com a(s) nossa(s) cidade(s) no caminho da CP2014.

http://www.youtube.com/watch?v=nFcA2PKIcfQ

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A que ponto chegou Roberto DaMatta, o antropólogo da Globo.

Se vc dormir mil anos e, ao acordar ler a coluna de DaMatta ou de Jabour no Globo, certamente estará na terça ou na quarta-feira, mas duvido que saiba com precisão o dia certo.

É inacreditável o nível de virulência e pobreza que chegaram alguns 'intelectuais' brasleiros quando resolveram concentrar suas análises em ataques semanais ao governo (depois de 2002, claro)

http://www.viomundo.com.br/politica/miguel-do-rosario.html#comment-441973

terça-feira, 7 de maio de 2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Lobão, Jabour, Luana, Gabeira, Caetano...o triste fim da direita brasileira.

Caros, recomendo com muita ênfase o excelente texto do blog do amigo Miro, que aborda a questão das 'novas barrigas de aluguel' que a direita tem usado pra passar suas ideias...

O que há de comum entre eles? O discuros raso e fácil, a inconsistência, o ódio nas palavras e muita, muita confusão..

Com vocês, o marketing cultura do Neocom

Aguns trechos imperdíveis:

"..Em compensação, tal jornalismo carece de análises matizadas, de questionamentos que superem dicotomias reducionistas e, eventualmente, de uma saudável admissão da dúvida, mesmo porque esta muitas vezes permanece, incômoda e latente, sob o peso das certezas definitivas produzidas por tais analistas simbólicos."

"O exemplo cabal desse jornalismo neocon é, na imprensa, o blogueiro da Veja, cuja combinação de aparente destemor, moralismo afetado e modos de bedel serve como uma luva a jovens que, à desidentificação natural com o poder – ora na mão da centro-esquerda -, aliam, muitas vezes, péssima formação cultural e agudo complexo de inferioridade, combinação perfeita para se deixarem cooptar pela retórica barata e pelo maniqueísta do "tio" de Veja, o qual uma legião idealiza."
"Já na TV, malgrado os esforços de Marcelo Tas e sua indignação seletiva, o personagem que melhor encarna o espírito neocon é Arnaldo Jabor, com seu ódio desmedido e democrático, voltado a Venezuela, Bolívia, Argentina, Cristina Kirchner, Lula, Dilma, sem fazer distinção.

Trata-se de alguém que claramente não acredita mais no que diz, e a sua tristeza de intelectual que se vendeu para o sistema e tem plena consciência disso é uma latência tão mal reprimida em suas falsamente escandalizadas, pseudo-cômicas performances que se impõe, epifânica, a o que quer que ele esteja dizendo, à revelia do arsenal de caretas, trejeitos e exibicionismos verbais de que lance mão.

Assim, cada aparição do "maestro epilético" (
apud Emerson Luis) é sempre impregnada da tragédia de sua trajetória, de pensador exuberante e cineasta talentoso, cultuado e respeitado pelos que hoje o abominam, a triste palhaço da direita, cada vez mais previsível e monotemático – e, portanto, cada vez mais anacrônico -, sobrevivendo das sobras que a carcomida plutocracia midiática de quando em quando lhe atira.
De lá para cá, portanto e para tanto, virou isso: piadinhas sobre os torturadores "que só arrancaram uma unhazinhas"; o escândalo fácil buscado, com agressividade e desrespeito pela vontade popular, a cada entrevista; o talento, decadente, reprimido sobre uma pesada carga de inautenticidade voltada a agradar a mídia corporativa."
 

Campanha Fora Marin é lançada no Rio com a presença do Dep. Romário

Caros, quem estiver por perto, é uma boa oportunidade para pedir a cabeça desse canalha!
Conseguimos com muita pressão derrubar um corrupto, agora vamos pra cima de um entusiasta (pra ficar no barato) da tortura no Brasil.
 
 
 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Corrupção e morte: A putrefação da CBF

Havelange e Teixeira

Vazam os áudios de José Maria Marin, acusado de colaborar com a tortura no Brasil
O ódio do pres. da FIFA a democracia
O mundo encantado da filha de Havelange

 

 

Vídeo imperdível sobre a formação de opinião do brasileiro médio na mídia conservadora

http://www.youtube.com/watch?v=KfTovA3qGCs&feature=player_embedded
 
 

A maioridade penal e o senso comum

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed744_as_dificuldades_de_argumentar_contra_o_senso_comum


Frei Betto fala sobre os nossos jovens

Juventude e produção de sentido

Maioridade penal e Estado Omisso



Folha de São Paulo, a tortura e o ministro da des(educação)

Mercadante, o Ministro que envergonha o Brasil

http://www.rodrigovianna.com.br/tag/ivan-seixas-sobre-a-carta-de-mercadante-a-folha

O nível de despreparo do Supremo Tribunal Federal brasileiro

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-necessidade-dos-poderes-mostrarem-maturidade

 

A proximidade do âncora da Globo com Pinochet

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/04/o-que-pinochet-disse-alexandre-garcia.html

Governo enriquece a Globo (tá difícil, Dilma..)

http://www.blogdacidadania.com.br/2013/04/alem-de-nao-regular-comunicacao-governo-estimula-oligopolios/

sábado, 27 de abril de 2013

O retorno a si mesmo: Quando a ida é o primeiro passo da volta

"Hoje eu me sinto, como se ter ido fosse necessário para voltar"
                                                                        (Gilberto Gil)

Quando abrimos os braços e "olhamos para o alto", abrimos também o peito e nos entregamos para o que sentimos, num movimento instantâneo e irresistível. Nesse momento não há mais percepção, nem entendimento, apenas uma profunda sensação de mergulho e envolvimento, não há mais dúvidas, pois estas ficaram em outro plano, também não há mais pensamento, pois este é o pai de toda dúvida. Não há tempo, não há espaço, não há pensamento. É quando tudo se faz um só.

O estado de maravilhamento, ou de contemplação, se dá quando sentimos em nosso verdadeiro"ser" a convicção de que não somos feitos de pensamento. Eles vivem em nós, se alternando o tempo todo num ritmo frenético , muitas vezes produzindo emoções de todas a ordens e clamando por atenção, mas, por não nos pertencerem, não merecem um pingo da nossa inclinação.

Na série americana Lost, isso foi mostrado de forma muito interessante. Os personagens eram atirados em "túneis do tempo" e de repente se viam em lugares e situações que tinham que aprender a enfrentar na cara e na coragem; muitos sucumbiam. Por detrás de tudo, dois "personagens"disputavam uma estranha partida num tabuleiro em frente a praia, cujas pedras eram as vidas alheias. Assim é nossa mente, a morada do traiçoeiro, que vez por outra nos desloca, ou melhor, nos joga pra lá e pra cá e está sempre nos convidando para mais uma "partidinha".

Algumas religiões (as cristãs, principalmentte) distorcem e até manipulam quando dizem que uma mente pura é aquela desprovida de pensamentos ruins ou maléficos e que esses, quando surgem , é porque há algo de errado com a nossa conduta. O pensamento ruim ou bom, negativo ou positivo, que nos assombra e que nos conforta, que nos alimenta a alma ao mesmo tempo que nos ilude, habita em todas as mentes, (o espírito mais iluminado, quando veio a este mundo, esteve, ocasionalmente, a mercê deles), vez por outra se traveste e nos chega de formas infinitas que nem conseguimos perceber, pois a mente é mesmo a morada do traiçoeiro.

Quando estamos ainda vibrando em função das coisas desse mundo, de fato somos o que pensamos. Porém vivemos uma ilusão, já que simplesmente achamos que somos aquilo que pensamos. Para o bem ou para o mal, enquanto por aqui estivermos e aqui ajuntarmos "nosso tesouro" (mente), seremos sempre, em última análise, condicionados pelo pensamento, prisioneiros da força de nossa mente, e é até natural que assim o seja, embora não desejável.

"Porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. O que semeia na sua carne, dela ceifará seus dividendos; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.

                                                                                       (Gal 6:7)

Foram dois os principais legados de Jesus, quando viveu aqui entre nós. O primeiro, o amor incondicional. E o segundo, não menos importante, e que de uma certa forma complementa o primeiro, a mensagem de que esse mundo não era o único: "O meu reino não é desse mundo" (Jo, 18:36).

Nós somos muito mais do que isso que percebemos. O pensamento é desse plano, do ser egóico, que passa a vida dando vazão, se inquietando, acumulando pra depois identificar, vigiar e cuidar; mas tudo isso no final das contas não importa, pois é, e sempre será, o pensamento. Limitado nessa dimensão, como aqui estão também limitados as unidades de "tempo" e "espaço", conforme as concebemos.

Um valioso ensinamento budista diz que é bom para o homem domesticar a mente que, de difícil domínio, e veloz, corre para onde lhe agrada; isso de fato traz felicidade; mas ele segue dizendo que assim como a água turva não mostra os peixes e as conchas embaixo, acontece com a mente humana,  pois seu poder é limitado, condicionado por natureza.

A consciência essa sim é elevada, integrada, e eterna. A consciência é o que somos. E ela é limpa e cristalina como a água. Pensamentos podem nos invadir, podem ir e vir a vontade, podem, eventualmente, até atrair o bom e o ruim, mas no estado de luz, de plenitude e unidade com o TODO, jamais irão nos capturar. Para um ser que descobriu o quão fantasioso e ardil eles podem ser, pensamentos não exercem poder algum pelo simples fato de "não existirem", serem uma mera ilusão dessa passageira vida terrena. Sábias foram as palavras : Não ajunteis tesouro algum na Terra...onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração."

Viver pela consciência é viver bem leve, sabendo que nada desse mundo tem valor intrínsico, a não ser o amor por todas coisas visíveis e invisíveis e antes de tudo por si mesmo. Viver nesse amor é a única forma de colocar nosso tesouro em outro plano, e experimentar em vida um pouco dessa dimensão maior que extrapola todos os sentidos.

Já dizia o Eclesiastes há dez mil anos: "Debaixo do sol não há nada novo", tudo vem e tudo volta num eterno devir, "a mais alta sabedoria que se alcance nesse mundo pode vir a ser loucura aos olhos de Deus.."; por isso, não nos enganemos: Nós não somos o que pensamos. Isso vale tanto pro incauto quanto para o atento. Nós somos muito mais que isso, somos feitos para experimentar o céu na terra. Somos seres de luz, parte do Todo. Somente quando nos sentimos assim, totalmente vazios de significado (como pregava Krishnamurti), conseguimos nos elevar e ver o quanto o pensamento é pouco, frágil, desse mundo. E o quanto nós não temos nada a ver com o que ele provoca.

                                                        Feel in the one drop!

                                                                (Bob Marley)

 Nosso corpo físico, mental, emocional, além de ser afetado por tudo que circula nesse planeta (energias, heranças genéticas, pensamentos, etc) é constantemente agredido por nós mesmos com maus tratos, ignorâncias diversas, substancias tóxicas, e toda sorte de ações diárias que contribuem para o seu desequilíbrio - desse modo, ele apresenta mil imperfeições e assim será até o último dia de nossa última respiração. Esgarçamos o nosso ser até não poder mais, até que chega um determinado momento em que, de tanto caminharmos nesse mundo, recebemos 'um chamado', algum tipo de despertar que nos sugere uma viagem pra dentro de nós mesmos.

 De fato, é um caminho fascinante e as vezes até fundamental, se perceber, buscar se conhecer. Sócrates dizia que "Uma vida não examinada não vale a pena ser vivida". Fazer do corpo um lugar que visa o nosso crescimento, voltar a atenção para nós mesmos, com amor e generosidade, pode ser uma experiência singular que produz efeitos positivos e provoca mudanças extremamente valorosas. Nossas imperfeições podem ser trabalhadas, nossas potencialidades ficam mais claras e a vida pode ser muito melhor.

Acredito que essa seja uma etapa extremamente importante do processo de aprendizado sobre a nossa estada nesse Universo, principalmente quando assimilada sob o aspecto de uma possibilidade que não pode se encerrar nela mesmo, e que fomente um "ir ainda mais além"..Dizia Nietzshe que "Se tu olhares muito tempo um abismo, o abismo também olha pra dentro de ti". Trata-se dos limites da jornada pelo auto-conhecimento. Assim, creio que o mais profundo mergulho pra dentro de nós mesmos não é capaz de nos dar nem uma leve pista do quanto de nós existe fora da gente. Eu vou além e arrisco dizer que quase a totalidade do que realmente somos está fora da gente.

E a decisão de "sairmos de nós", assim como a do passo de "voltarmos para nós", requer entrega e confiança: Nos lançamos no que não vemos, naquilo que não podemos compreender, e aí percebemos que nosso ser (corpo e mente) pode, apesar de todas as suas marcas e cicatrizes, ser um vaso limpo, perfeito, que através da consciência , se integra ao universo. No plano da consciência - que podemos experimentar em parte aqui nessa vida - não haverá espaço para o pensar. Essa certeza eu tenho, é um ato de fé. Experimentaremos uma outra forma de..(faltam-me palavras e isso é um bom sinal) assim como acredito  que o tempo e o espaço também assumirão outras formas.

Por enquanto, aqui nesse planeta, enquanto estivermos nesse corpo físico, só nos resta cuidar muito bem dele, procurando, com amor e atenção permanentes por si mesmo, manter o seu equilíbrio afim de minimizar a onda de pensamentos pra que esses não venham ainda mais intensos, confusos e inconstantes e nos fazendo desperdiçar energia preciosa pra dar conta deles.

Quanto mais equilibrado o ser humano estiver menos necessidade terá de buscar o equilíbrio, ou menos necessidade terá de buscar e isso é maravilhoso! Como as plantas, os animais e as estrelas do céu e do mar ele apenas viverá, deixará fluir, sorrirá, não levará as coisas muito a sério e não se levará também muito a sério. O nosso mundo, essa vida agitada e a cada dia mais sem sentido, definitivamente não foi feita pra ser levada tão a sério, compreendida, muito menos aquilo que chega em nossa mente.

Quando pararmos de dar importância a essas "mensagens baixas" que nos invadem sem pedir licença, é porque finalmente é chegada a hora de sair, de dar o "drop final". Perceberemos então o Todo se comunicando com a gente, e nos conectaremos com o que é verdadeiramente belo. Silenciar pra poder sentir, parar para ir além. Para mim, hoje, não resta mais dúvida: No retorno para o que verdadeiramente somos a ida é o primeiro passo da volta.
 
http://www.youtube.com/watch?v=ecirRN_b0aY

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Na alegria e na tristeza, o companheiro de todas as horas.

Facebook: A mágica que transforma 'ilusão empacotada' em gente de carne e osso.

Vendo as charges fiquei pensando: Acho que a humanidade (ou parte dela) merece mesmo ser feliz ali dentro.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/algumas-charges-sobre-as-redes-sociais#comments

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O Globo não admite Lula no New York Times

Vocês viram como o Globo deu essa notícia hoje no impresso? Nela, Lula, que teve a honraria de ser convidado a escrever num dos principais periódicos do mundo, não é chamado de ex-presidente, mas sim de "petista"
"O petista vai escrever.." "O petista foi convidado pelo NYT"..
Tudo bem que FHC passe recibo da inveja qu sente de Lula, mas o jornal agir dessa forma, como se tivesse sido editorializado num boteco do Leblon?!
É essa a nossa mídia? Que coloca o leitor como mero espectador de uma guerra ideológica contra um governo e no meio de uma batalha virulenta e pessoal contra uma pessoa?!
Mesmo que odeiem, não concordem, não sejam alinhados, não importa, cacete!, o mínimo que deveriam ter é respeito pela figura de um ex-presidente que, queiram eles ou não, fez muito por esse país e é amado pelo povo.
sem mais.

Número de Doutores e Mestres quadriplicou no Brasil...

Mas o Estadão se "esqueceu" que o grosso do caldo se deu no governo Lula..

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/numero-de-mestres-e-doutores-quadruplicou-em-15-anos

Dilma sopra feio na caxirola de Carlinhos Brow

http://blogdojuca.uol.com.br/2013/04/essa-nao-presidenta/

quinta-feira, 18 de abril de 2013

UFRJ vai investigar trote de alunos da faculdade de medicina

Primeiro de tudo: É ilegal. Como pode alguém ingressar numa carreira tão essencial a sociedade já sendo submetido e ou participando de livre e espontânea vontade de uma prática ilícita?

É inacreditável o baixo nível que beira a delinquência dessas pessoas privilegiadas que, numa atitude de ingratidão a 'sorte' que tiveram de ingressar em profissão tão elitizada, demonstram um total desprezo pela vida humana.

Com vocês os futuros médicos do Brasil:

ps: O Feliciano nã tem nada a ver com isso

http://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=641451&%7CUFRJ+vai+investigar+trote+de+alunos+de+Medicina%22

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Diga não a redução da maioridade penal

A mesma velha história..


O ato de Gerald Thomas e a violência contra a mulher

Do blog do Sakamoto

Tempos atrás uma jornalista levou, sem autorização, um bebê de uma maternidade para provar que o local não tinha segurança. Justificou-se que aquilo era uma reportagem. Não, não era. Era sequestro. Lembro-me dessa história quando li a justificativa do diretor de teatro Gerald Thomas para a cena que protagonizou enfiando a mão sob o vestido de Nicola Bahls sem permissão. ”A mulher não é um objeto. Mas não deveria se apresentar como tal”, escreveu em sua defesa. Justificou-se que era um alerta à hipocrisia da sociedade, uma performance intimidatória. Não, não era. Era violência.
“Essa imprensa careta de um sensacionalismo careta. A gente leva tudo da brincadeira e eles não”, reclamou após toda a polêmica levantada. O apresentador do “Pânico”, Emílio Surita, concordou: “estamos em um programa de humor e vamos fazer brincadeiras”.
Brincadeira, brincadeiras… Pedi a seis comunicadoras (para permanecer no mesmo campo de atuação de Gerald e Emílio) e militantes pelos direitos das mulheres explicarem o que é machismo para quem não vê problemas no comportamento do diretor de teatro. Seguem as respostas:
E se você, amiga jornalista, sentisse as mãos de um colega apalpar sua bunda enquanto vocês sobem o elevador de um prédio a caminho de mais uma entrevista? Putz, talvez você tenha engordado e aquela calça jeans tenha ficado muito apertada… mais atenção da próxima vez! E você, professora, o que acharia se, no meio de uma reunião com o diretor da escolar, ele espiasse o seu decote (que você jurava que era discreto) e, na sequência, arrumasse um jeitinho de roçar os braços nos seus seios ao se abaixar para apanhar uma caneta? Puxa, talvez você tenha exagerado… aquele decote não era tão discreto. Ou você, doutora advogada, que no meio da reunião sentiu os pés do colega sentado ao seu lado subir por suas canelas, e de repente as mãos dele já estavam nos seus joelhos… por que foi mesmo que você inventou em ir de saia a uma reunião? E você, estudante, que saiu da aula às 11 da noite e, naquela esquina escura, já perto de casa, foi surpreendida por um cara que tapou tua boca, levantou teu vestido, te segurou com força e meteu o pau na tua vagina? Quanta dor! Mas não importa, a culpa foi tua, que usava aquele vestido curto tão tarde… Machismo é muitas coisas. Mas é sobretudo uma violência apoiada na naturalização das desigualdades sociais entre homens e mulheres. É o machismo que, diariamente, tenta se apropriar do nosso corpo e nos subtrair algo que é caro a qualquer ser humano: a nossa autonomia.
Mariana Pires, jornalista
Machismo é pensar que o corpo feminino é um território livre para os homens se divertirem, que está à disposição sempre que quiserem entrar. É encarar que um vestido curto e decotado dá permissão para apalpar uma mulher. É se considerar esperto por supostamente estar invertendo a postura inconveniente e intimidadora dos apresentadores de um programa de TV, quando na realidade está reproduzindo a cultura do estupro, que lutamos para denunciar e eliminar. É achar graça de uma situação que invade a intimidade de uma mulher sem o consentimento dela, é considerar uma brincadeira válida “conferir” se a entrevistadora não é uma travesti, causando visível constrangimento a ela. É achar que foi uma ação contra a caretice dos dias de hoje, que fez uma grande performance artística, que abriu os olhos para a hipocrisia da nossa sociedade, quando o que fez foi simplesmente reiterar em frente às câmeras de TV, e banalizar ainda mais, a violência sexual que as mulheres enfrentam cotidianamente, nas ruas, no trabalho, dentro de casa.
Fernanda Sucupira, jornalista
O que Gerald Thomas e aquele babaca que passou a mão na sua bunda no ônibus lotado tem em comum? Fácil: os dois acham que têm o direito de violar o corpo da mulher da maneira como bem entenderem. A diferença é apenas o glamour com que tal ação é executada. No primeiro caso, o artista utilizou um argumento relativamente elaborado para forçar sua entrada embaixo da saia da entrevistadora. Segundo ele, o programa “Pânico” objetifica a mulher e, portanto, nada mais natural (?) que protestar contra isso fazendo exatamente a mesma coisa e sendo tão ou mais perverso. Mas, ao fim e ao cabo, o que ele fez não é diferente de todo assédio cotidiano que as mulheres sofrem porque parte do mesmo princípio: vou usar o corpo da mulher para provar meu ponto de vista, seja bulinando, estuprando, batendo ou torturando. E isso é machismo.
Maíra Kubik Mano, jornalista e cientista política
O comediante entra na livraria vestido como Adão – é assim que ele trabalha, dia após dia, no seu programa de humor. Usa apenas uma sunguinha cor da pele, com uma folha plástica de parreira cobrindo a genitália. A autora do livro, moça que gosta de fazer polêmica, faz pose de intellectual, mas fala uns palavrões (de nível aceitável, claro, que ela sabe bem como manejar a mídia), o recebe simpaticamente. De repente, Zaz!, ela enfia a mão por baixo da folha de parreira e lhe aplica um pouco gentil afago nos bagos. Consegue imaginar a cena? Não? E sabe por que não? Porque, no mundo este em que vivemos, determinado pela soberania do macho sobre a fêmea, é inaceitável que uma mulher exponha um homem a esse ridículo. Tão inaceitável que você sequer consegue imaginar que existe uma mulher capaz de dar um apertão no saco alheio em rede nacional de TV. Assim, só pra denunciar a cotidiana e dolorida violência contra o homem, não é?
Cristina Charão, jornalista
Machismo é um sistema de mentiras que enfraquece o senso crítico, fazendo com que você veja o “mal” em um lugar e o “bem” em outro, se tornando um consumidor-perpetrador que não questiona injustiças sociais. Vejo pessoas demonstrando isso no caso do Gerald Thomas. Dizer que não houve machismo na atitude dele não é dar uma opinião de autoria própria. Não se ganha nada em ver agressões misóginas como “normais”, ganha-se apenas um falso e frágil senso de pertencimento à nossa sociedade patriarcal. Por questões de sobrevivência, a maioria das mulheres é obrigada cotidianamente a transformar e quebrar as regras dessa mesma sociedade machista. É impossível conter essa força. Aos poucos, todos estão se dando conta que feminismo é também uma ciência econômica e social. Mesmo dando outros nomes a ele, o feminismo é praticado por todas as mulheres brasileiras.
Elisa Gargiulo, documentarista
O machismo se manifesta de inúmeras – e cada vez mais surpreendentes – maneiras. Mas, uma vez presente, nem o supostamente mais subversivo artista “escapa” de uma de suas formas mais tradicionais: a transformação do corpo da mulher em um objeto a ser utilizado e explorado pelo homem a seu bel prazer. Gerald Thomas pretendeu “responder” a um “jogo de sedução” de Nicole Bahls, mas o fez cometendo uma violência tradicional, no melhor estilo Idade Média, ainda em voga, e nada engraçada. Não ver problemas neste comportamento também não surpreende. O machismo é tão estruturante da identidade brasileira – de homens e mulheres, diga-se de passagem – que há quem veja só piada numa cena dantesca como esta. O humor, neste caso, é um aliado importante da perpetuação do machismo em nossa sociedade. Ele cria uma espécie de redoma de vidro dentro da qual tudo é permitido, inclusive enfiar a mão entre as pernas de uma entrevistadora contra a sua vontade. Não há como ser mais explícito e violento. Manter um sorriso sacana no rosto não muda a agressividade das mãos. E não enxergar isso também é uma manifestação de machismo. Quem não vê onde está o problema, é hora de revisitar seus valores e práticas.
Bia Barbosa, jornalista

 

Seedorf lembra Garrincha!

Aplausos de pé para o gênio holandes!

O fora de pauta  vai para o fenômeno transcendental que aconteceu no último final de semana e que vem desafiando os limites de nossa ciência em sua explicação. A Academia Brasileira de Ciência convocou uma reunião extraodinária para essa semana para discutir o assunto. O CNPq prepara novo edital para aqueles que se lancem a explicar o impossível. O governo americano convocou seu embaixador a Washington para obter mais explicações sobre o assunto. Durante a semana passada, o nome de Garrincha voltou à pauta ao descobrirmos que a FIFA quer proibir a utilização do seu nome no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Nesse último final de semana, ele foi foi visto no modesto e simpático estádio de Moça Bonita. Tostão publicou ontem em seu blog a informação confirmando tratar-se mesmo do ex-camisa 7 da Copa de 58 e 62. José Miguel Wisnick já prepara um novo ensaio sobre devir imperceptível de Garrincha. Será que isso é uma indicação de que ele não aparecerá no ano que vem nos estádios da FIFA?Por Marlon

http://jblog.jb.com.br/botafogo/

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/de-garrincha-a-seedorf

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Sobre o caso Feliciano

Até que enfim, uma autoridade em Direitos Humanos se manifesta nesse caso. Não é concebível que algo tão importante que versa sobre a vida humana, fique reduzido a essa disputa Pastor x Ativista, ambos deputados com suas bases, interesses e capital político, gerando uma histeria insana na massa, que só faz mal a todos nós como sociedade.

A guerra do "Bem x Mal" costuma não dar bons resultados. De um lado um pastor estelionatário que prega a intolerância, e do outro um deputado bem intencionado (a meu ver) mas que é usado como justiceiro de uma mídia que diariamente tb prega a intolerância contra um determinado grupo religioso e que tem interesses (sempre) bastante específico. Jean Willis está certo, faz o papel dele em defender as minorias desse louco, mas parece se deixar seduzir pelo aplauso fácil, pregando como antídoto para a intolerânia, a liberdade individual quando deveria falar do direito a dignidade humana, esse sim inalienável. Ele, como deputado do PSOL, sabe do poder que tem nossa mídia conservadora para pegar a bandeira das liberdades individuais (uma conquista da modernidade) e espanar pra bem longe o direito da coletividade.

No pensamento ultraliberal deles, é assim: Nós não precisamos de Estado, não precisamos de tutela, não precisamos que nos digam nada, pois temos o direito a fazer o que quiser com as nossas vidas, repetem assim, com suas palavras, o velho mantra da Dama de Ferro, "Não existe sociedade, só existe indivíduos" Esse conceito de libedade individual, infelizmente por aqui foi sequestrado por uma minoria, uma elite mesquinha que rói o osso do pais há 500 anos. Muitos desses senhores tem horror aos homosexuais, mas como bom hipócritas devem estar adorando o discurso do deputado e se bobear até dando tapinha nas costas.

Faz muito bem a Ministra em tirar o contencioso dessa arena. Estamos falando aqui, em última análise do direito a vida, a integridade do ser humano, esse sim um valor inalienável, muito mais do que escolhas individuais feitas dentro da perpetuação de um modelo burguês como casamento civil.

Incitar a violência e o ódio é uma atitude ilegal, incosntitucional como lembra a Ministra, mas nunca é demais lembrar do velho Nietzshe: "Para combater a monstruosidade não precisamos nos transformar em monstros"

Para o pastor doente e todo lugar onde a vida humana é desprezada de foma violenta: A Constituição Federal.

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2013/04/08/declaracoes-de-feliciano-incitam-o-odio-e-a-intolerancia-diz-ministra/

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Globo x povo do Horto

Campanha da Globo

Na quinta-feira, dia 28 de março, o jornal O Globo fez uma matéria em que relacionava a explosão de uma bomba na escola do Jardim Botânico com a comunidade do Horto. A matéria citava que um artefato explosivo foi colocado em uma caixa perto da escola, e que a vice-diretora, Neuza Tamaio, afirmou, em entrevista, que seria um aviso sobre a reintegração de posse.

Entretanto, em vídeo gravado pela Luta Pela Moradia, Neuza desmentiu o jornal. “Pra mim pareceu uma coisa costurada, algum mal entendido. Eu não sei de onde que saiu essa frase”, disse.

História

A ocupação da área do Horto Florestal, hoje pertencente à União Federal, data do ano de 1808, quando D. João VI desapropriou o Engenho de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa para a construção de uma fábrica de pólvora. Em 1811, foram erguidas vilas para a instalação dos trabalhadores da fábrica, em virtude de o local ser considerado de difícil acesso.

Com a transferência da fábrica para Raiz da Serra, aos pés da serra de Petrópolis, a área foi desmembrada e alienada, sendo muitas casas de antigos funcionários cedidas, já no século XX, a funcionários do Jardim Botânico.

A partir daí, gerações de famílias e descendentes de funcionários da antiga fábrica de pólvora e do Jardim Botânico construíram uma comunidade nos arredores do parque, com autorização (formal e informal) das diversas administrações do Jardim Botânico.


Fonte: Brasil de Fato.
 

RJ: Estado ataca população (pobre, é claro) do Horto.

Quando o direito a propriedade vale mais do que o direito a vida!

http://www.brasildefato.com.br/node/12529

Falta de educação do carioca pode ter sido causa do acidente na Av. Brasil