terça-feira, 18 de junho de 2013

Agora que a mídia comprou a manifestação tu vem dizer que acordou?

Começou a disputa pelos sentidos:  Reacionários, artistas da televisão e muita gente antenada por aí, estão determinados a também sair do facebook e transformar a insatisfação coletiva numa versão inchada do elitista Movimento Cansei, com sua pauta moralista e antipetista.
 
O povo já está na rua há muito tempo, movimentos sociais estão mobilizados apanhando da polícia faz muito tempo. São eles os baderneiros, os vândalos, "os que atrapalham o trânsito". Movimento pelo transporte, Movimento Feminista, Movimento pela Terra, Movimento Estudantil, dos professores..
 
Ninguém tava dormindo! Essa violência que espanta todo mundo não é novidade, não é coisa de agora. Acontece TODOS os dias nas periferias brasileiras, onde não tem câmera pra registrar ou repórter para se machucar e modificar o discurso da mídia.

 Não podemos admitir que nossa luta seja convertida pela direita numa passeata contra a corrupção e que tem em Luciano Huck, Luana Piovanni e Ana Maria Braga fervorosos entusiastas.
 

Jovens, não se deixem enganar como seus pais: A Globo e a Veja são contra o Brasil!

http://www.fazendomedia.com/protestos-ainda-bem-que-existe-a-midia-alternativa/

Se Liga, Dilma! A mídia vai usar a energia desses jovens pra te derrubar

http://www.fazendomedia.com/se-liga-dilma-a-midia-e-o-partido-da-oposicao/

A Direita Midiática já começou vasta operação para se apossar do movimento de massas

"O perigo é uma manifestação como a atual ter sua voz (como já acontece) canalizada pela mídia conservadora que rapidamente percebeu que podia virar o jogo para não perder mercado."
 
                    (Lincoln Secco)

O poder da mídia é avassalador. Se o movimento agora é "contra tudo isso que tá aí"...Veja , Globo , Folha e Estadão não perderão essa oportunidade histórica de ideologizar e dar-lhes  uma bandeira, que aliás, é a única que concordam em gênero, número e grau:  A cabeça da Dilma!
 
Duvidam? Basta um Globo Repórter ligando "os caras pintadas de 92 aos olhos-roxos de 2013" e pronto. Veremos o ódio contra a presidente espumando na boca dos filhos dos leitores da Veja pelas ruas de todo o Brasil.
 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Jovens nas ruas: Conservadorismo do governo Dilma finalmente lhe pegou pela pé.

Há muito tempo eu venho batendo nessa tecla, do afastamento do governo com compromissos históricos e a capitulação irrefreável a agenda conservadora nacional.
 
Com a incapacidade da presidenta de se comunicar com o povo, a comunicação social ficou nas mãos dos barões da mídia e seus abutres diários, que expandiram seus limites para além das bancas do Leblon, Lagoa etc_ e hoje dominam a rede o Facebook e o Twitter.
 
São eles que fazem de Joaquim Barbosa um herói nacional e de qualquer intelectual do nível intelectual de um Arnaldo Jabor um gênio da raça.
 
Agora está aí, esses novos jovens, os quadriculadinhos, de cabeças laranja, maquininhas nas mãos e fios no ouvido, que estão completamente desplugados do passado e já nasceram dentro da rede, essa garotada tranquilona, que achávamos estarem adormecidos, alienados; depois de bombardeados dia e noite há 8 anos com notícias do fim do mundo aqui no Brasil, pelos corneteiros do apocalipse da Veja e da Globo, vão as ruas cheios de indignação contra sabe-se lá o quê mas estão indo e angariando, mais e mais gente..
 
Isso é muito bom! Povo na rua é sempre bom demais, mesmo que sem uma causa definida! Tá certo que a crise da representação, mais hora menos hora , explodiria pra algum lado, mas, em se tratando de Brasil, onde já vimos de tudo acontecer, muita calma nessa hora é sempre bom..
 
O governo bobeou feio, mas ainda não dançou...O próximo passo, dependendo do volume e pra onde isso avançar, vai ser a mídia capitalizando essa energia genuína da rapaziada - como já está fazendo com os artistas da novela pintados -  pra derrubar Dilma e trazer junto a cabeça do Lula.
 
Nunca é demais lembrar que a Globo, em 92, lançou uma geração nas ruas pra "cuspir" do planalto um presidente atordoado, que meteu os pés pelas mãos e, isolado, já não lhe servia mais.
 
Imagina agora, em tempos de banda larga, onde controlam o conteúdo digital.
 
Vale muito a pena ler o Azenha. Concordo integralmente com o que ele diz.
 
 
 
 
 
 

Não existe Jabor em SP

Não é mais tempo de explicar nada.É o melhor dos tempos, é o pior dos tempos, e são todos de uma vez só.

http://www.viomundo.com.br/politica/desencanto-profundo-genuino-e-potencialmente-violento.html

Luis Nassif manda resposta para Arnaldo Jabor

Quem aprendeu a enxergar os grandes movimentos sísmicos da história, identificou na movimentação da rapaziada um cometa brilhante que cindiu o tempo histórico e marcou definitivamente a divisa entre o velho e o novo.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/como-a-politica-mostrou-se-irremediavelmente-envelhecida-0

Marcelo Adnet revela a confusão mental do comentarista da Globo


A resposta paulistana ao fascismo incurável de Jabor


Senhora de noventa e tantos de idade ensina o que é liberdade a Arnaldo Jabor


O inacreditável Arnaldo Jabor

Vejam o que diz o confuso e histriônico, porta-voz numero um do conservadorismo nacional.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

De uma favela do Paraguai para o mundo

Simplesmente Sensacional!

ps: Em 2010, a Globo fez a aquela matéria etnocêntrica contra o país a ponto do Min. da Cultura de lá exigir uma retração, que acabou acontecendo.
 Taí, agora,  uma boa "resposta" pra essa doença da mídia empresarial conservadora que menospreza e denigre até onde pode a América Latina e se agacha sem a menor  cerimônia pra tudo que vem de Washington.

http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/103610/M%C3%BAsica-do-lixo-no-Paraguai-uma-orquestra-nasce-do-entulho.htm

sábado, 8 de junho de 2013

A caminho da copa

Para quem quer saber o que acontece com a(s) nossa(s) cidade(s) no caminho da CP2014.

http://www.youtube.com/watch?v=nFcA2PKIcfQ

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A que ponto chegou Roberto DaMatta, o antropólogo da Globo.

Se vc dormir mil anos e, ao acordar ler a coluna de DaMatta ou de Jabour no Globo, certamente estará na terça ou na quarta-feira, mas duvido que saiba com precisão o dia certo.

É inacreditável o nível de virulência e pobreza que chegaram alguns 'intelectuais' brasleiros quando resolveram concentrar suas análises em ataques semanais ao governo (depois de 2002, claro)

http://www.viomundo.com.br/politica/miguel-do-rosario.html#comment-441973

terça-feira, 7 de maio de 2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Lobão, Jabour, Luana, Gabeira, Caetano...o triste fim da direita brasileira.

Caros, recomendo com muita ênfase o excelente texto do blog do amigo Miro, que aborda a questão das 'novas barrigas de aluguel' que a direita tem usado pra passar suas ideias...

O que há de comum entre eles? O discuros raso e fácil, a inconsistência, o ódio nas palavras e muita, muita confusão..

Com vocês, o marketing cultura do Neocom

Aguns trechos imperdíveis:

"..Em compensação, tal jornalismo carece de análises matizadas, de questionamentos que superem dicotomias reducionistas e, eventualmente, de uma saudável admissão da dúvida, mesmo porque esta muitas vezes permanece, incômoda e latente, sob o peso das certezas definitivas produzidas por tais analistas simbólicos."

"O exemplo cabal desse jornalismo neocon é, na imprensa, o blogueiro da Veja, cuja combinação de aparente destemor, moralismo afetado e modos de bedel serve como uma luva a jovens que, à desidentificação natural com o poder – ora na mão da centro-esquerda -, aliam, muitas vezes, péssima formação cultural e agudo complexo de inferioridade, combinação perfeita para se deixarem cooptar pela retórica barata e pelo maniqueísta do "tio" de Veja, o qual uma legião idealiza."
"Já na TV, malgrado os esforços de Marcelo Tas e sua indignação seletiva, o personagem que melhor encarna o espírito neocon é Arnaldo Jabor, com seu ódio desmedido e democrático, voltado a Venezuela, Bolívia, Argentina, Cristina Kirchner, Lula, Dilma, sem fazer distinção.

Trata-se de alguém que claramente não acredita mais no que diz, e a sua tristeza de intelectual que se vendeu para o sistema e tem plena consciência disso é uma latência tão mal reprimida em suas falsamente escandalizadas, pseudo-cômicas performances que se impõe, epifânica, a o que quer que ele esteja dizendo, à revelia do arsenal de caretas, trejeitos e exibicionismos verbais de que lance mão.

Assim, cada aparição do "maestro epilético" (
apud Emerson Luis) é sempre impregnada da tragédia de sua trajetória, de pensador exuberante e cineasta talentoso, cultuado e respeitado pelos que hoje o abominam, a triste palhaço da direita, cada vez mais previsível e monotemático – e, portanto, cada vez mais anacrônico -, sobrevivendo das sobras que a carcomida plutocracia midiática de quando em quando lhe atira.
De lá para cá, portanto e para tanto, virou isso: piadinhas sobre os torturadores "que só arrancaram uma unhazinhas"; o escândalo fácil buscado, com agressividade e desrespeito pela vontade popular, a cada entrevista; o talento, decadente, reprimido sobre uma pesada carga de inautenticidade voltada a agradar a mídia corporativa."
 

Campanha Fora Marin é lançada no Rio com a presença do Dep. Romário

Caros, quem estiver por perto, é uma boa oportunidade para pedir a cabeça desse canalha!
Conseguimos com muita pressão derrubar um corrupto, agora vamos pra cima de um entusiasta (pra ficar no barato) da tortura no Brasil.
 
 
 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Corrupção e morte: A putrefação da CBF

Havelange e Teixeira

Vazam os áudios de José Maria Marin, acusado de colaborar com a tortura no Brasil
O ódio do pres. da FIFA a democracia
O mundo encantado da filha de Havelange

 

 

Vídeo imperdível sobre a formação de opinião do brasileiro médio na mídia conservadora

http://www.youtube.com/watch?v=KfTovA3qGCs&feature=player_embedded
 
 

A maioridade penal e o senso comum

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed744_as_dificuldades_de_argumentar_contra_o_senso_comum


Frei Betto fala sobre os nossos jovens

Juventude e produção de sentido

Maioridade penal e Estado Omisso



Folha de São Paulo, a tortura e o ministro da des(educação)

Mercadante, o Ministro que envergonha o Brasil

http://www.rodrigovianna.com.br/tag/ivan-seixas-sobre-a-carta-de-mercadante-a-folha

O nível de despreparo do Supremo Tribunal Federal brasileiro

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-necessidade-dos-poderes-mostrarem-maturidade

 

A proximidade do âncora da Globo com Pinochet

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/04/o-que-pinochet-disse-alexandre-garcia.html

Governo enriquece a Globo (tá difícil, Dilma..)

http://www.blogdacidadania.com.br/2013/04/alem-de-nao-regular-comunicacao-governo-estimula-oligopolios/

sábado, 27 de abril de 2013

O retorno a si mesmo: Quando a ida é o primeiro passo da volta

"Hoje eu me sinto, como se ter ido fosse necessário para voltar"
                                                                        (Gilberto Gil)

Quando abrimos os braços e "olhamos para o alto", abrimos também o peito e nos entregamos para o que sentimos, num movimento instantâneo e irresistível. Nesse momento não há mais percepção, nem entendimento, apenas uma profunda sensação de mergulho e envolvimento, não há mais dúvidas, pois estas ficaram em outro plano, também não há mais pensamento, pois este é o pai de toda dúvida. Não há tempo, não há espaço, não há pensamento. É quando tudo se faz um só.

O estado de maravilhamento, ou de contemplação, se dá quando sentimos em nosso verdadeiro"ser" a convicção de que não somos feitos de pensamento. Eles vivem em nós, se alternando o tempo todo num ritmo frenético , muitas vezes produzindo emoções de todas a ordens e clamando por atenção, mas, por não nos pertencerem, não merecem um pingo da nossa inclinação.

Na série americana Lost, isso foi mostrado de forma muito interessante. Os personagens eram atirados em "túneis do tempo" e de repente se viam em lugares e situações que tinham que aprender a enfrentar na cara e na coragem; muitos sucumbiam. Por detrás de tudo, dois "personagens"disputavam uma estranha partida num tabuleiro em frente a praia, cujas pedras eram as vidas alheias. Assim é nossa mente, a morada do traiçoeiro, que vez por outra nos desloca, ou melhor, nos joga pra lá e pra cá e está sempre nos convidando para mais uma "partidinha".

Algumas religiões (as cristãs, principalmentte) distorcem e até manipulam quando dizem que uma mente pura é aquela desprovida de pensamentos ruins ou maléficos e que esses, quando surgem , é porque há algo de errado com a nossa conduta. O pensamento ruim ou bom, negativo ou positivo, que nos assombra e que nos conforta, que nos alimenta a alma ao mesmo tempo que nos ilude, habita em todas as mentes, (o espírito mais iluminado, quando veio a este mundo, esteve, ocasionalmente, a mercê deles), vez por outra se traveste e nos chega de formas infinitas que nem conseguimos perceber, pois a mente é mesmo a morada do traiçoeiro.

Quando estamos ainda vibrando em função das coisas desse mundo, de fato somos o que pensamos. Porém vivemos uma ilusão, já que simplesmente achamos que somos aquilo que pensamos. Para o bem ou para o mal, enquanto por aqui estivermos e aqui ajuntarmos "nosso tesouro" (mente), seremos sempre, em última análise, condicionados pelo pensamento, prisioneiros da força de nossa mente, e é até natural que assim o seja, embora não desejável.

"Porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. O que semeia na sua carne, dela ceifará seus dividendos; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.

                                                                                       (Gal 6:7)

Foram dois os principais legados de Jesus, quando viveu aqui entre nós. O primeiro, o amor incondicional. E o segundo, não menos importante, e que de uma certa forma complementa o primeiro, a mensagem de que esse mundo não era o único: "O meu reino não é desse mundo" (Jo, 18:36).

Nós somos muito mais do que isso que percebemos. O pensamento é desse plano, do ser egóico, que passa a vida dando vazão, se inquietando, acumulando pra depois identificar, vigiar e cuidar; mas tudo isso no final das contas não importa, pois é, e sempre será, o pensamento. Limitado nessa dimensão, como aqui estão também limitados as unidades de "tempo" e "espaço", conforme as concebemos.

Um valioso ensinamento budista diz que é bom para o homem domesticar a mente que, de difícil domínio, e veloz, corre para onde lhe agrada; isso de fato traz felicidade; mas ele segue dizendo que assim como a água turva não mostra os peixes e as conchas embaixo, acontece com a mente humana,  pois seu poder é limitado, condicionado por natureza.

A consciência essa sim é elevada, integrada, e eterna. A consciência é o que somos. E ela é limpa e cristalina como a água. Pensamentos podem nos invadir, podem ir e vir a vontade, podem, eventualmente, até atrair o bom e o ruim, mas no estado de luz, de plenitude e unidade com o TODO, jamais irão nos capturar. Para um ser que descobriu o quão fantasioso e ardil eles podem ser, pensamentos não exercem poder algum pelo simples fato de "não existirem", serem uma mera ilusão dessa passageira vida terrena. Sábias foram as palavras : Não ajunteis tesouro algum na Terra...onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração."

Viver pela consciência é viver bem leve, sabendo que nada desse mundo tem valor intrínsico, a não ser o amor por todas coisas visíveis e invisíveis e antes de tudo por si mesmo. Viver nesse amor é a única forma de colocar nosso tesouro em outro plano, e experimentar em vida um pouco dessa dimensão maior que extrapola todos os sentidos.

Já dizia o Eclesiastes há dez mil anos: "Debaixo do sol não há nada novo", tudo vem e tudo volta num eterno devir, "a mais alta sabedoria que se alcance nesse mundo pode vir a ser loucura aos olhos de Deus.."; por isso, não nos enganemos: Nós não somos o que pensamos. Isso vale tanto pro incauto quanto para o atento. Nós somos muito mais que isso, somos feitos para experimentar o céu na terra. Somos seres de luz, parte do Todo. Somente quando nos sentimos assim, totalmente vazios de significado (como pregava Krishnamurti), conseguimos nos elevar e ver o quanto o pensamento é pouco, frágil, desse mundo. E o quanto nós não temos nada a ver com o que ele provoca.

                                                        Feel in the one drop!

                                                                (Bob Marley)

 Nosso corpo físico, mental, emocional, além de ser afetado por tudo que circula nesse planeta (energias, heranças genéticas, pensamentos, etc) é constantemente agredido por nós mesmos com maus tratos, ignorâncias diversas, substancias tóxicas, e toda sorte de ações diárias que contribuem para o seu desequilíbrio - desse modo, ele apresenta mil imperfeições e assim será até o último dia de nossa última respiração. Esgarçamos o nosso ser até não poder mais, até que chega um determinado momento em que, de tanto caminharmos nesse mundo, recebemos 'um chamado', algum tipo de despertar que nos sugere uma viagem pra dentro de nós mesmos.

 De fato, é um caminho fascinante e as vezes até fundamental, se perceber, buscar se conhecer. Sócrates dizia que "Uma vida não examinada não vale a pena ser vivida". Fazer do corpo um lugar que visa o nosso crescimento, voltar a atenção para nós mesmos, com amor e generosidade, pode ser uma experiência singular que produz efeitos positivos e provoca mudanças extremamente valorosas. Nossas imperfeições podem ser trabalhadas, nossas potencialidades ficam mais claras e a vida pode ser muito melhor.

Acredito que essa seja uma etapa extremamente importante do processo de aprendizado sobre a nossa estada nesse Universo, principalmente quando assimilada sob o aspecto de uma possibilidade que não pode se encerrar nela mesmo, e que fomente um "ir ainda mais além"..Dizia Nietzshe que "Se tu olhares muito tempo um abismo, o abismo também olha pra dentro de ti". Trata-se dos limites da jornada pelo auto-conhecimento. Assim, creio que o mais profundo mergulho pra dentro de nós mesmos não é capaz de nos dar nem uma leve pista do quanto de nós existe fora da gente. Eu vou além e arrisco dizer que quase a totalidade do que realmente somos está fora da gente.

E a decisão de "sairmos de nós", assim como a do passo de "voltarmos para nós", requer entrega e confiança: Nos lançamos no que não vemos, naquilo que não podemos compreender, e aí percebemos que nosso ser (corpo e mente) pode, apesar de todas as suas marcas e cicatrizes, ser um vaso limpo, perfeito, que através da consciência , se integra ao universo. No plano da consciência - que podemos experimentar em parte aqui nessa vida - não haverá espaço para o pensar. Essa certeza eu tenho, é um ato de fé. Experimentaremos uma outra forma de..(faltam-me palavras e isso é um bom sinal) assim como acredito  que o tempo e o espaço também assumirão outras formas.

Por enquanto, aqui nesse planeta, enquanto estivermos nesse corpo físico, só nos resta cuidar muito bem dele, procurando, com amor e atenção permanentes por si mesmo, manter o seu equilíbrio afim de minimizar a onda de pensamentos pra que esses não venham ainda mais intensos, confusos e inconstantes e nos fazendo desperdiçar energia preciosa pra dar conta deles.

Quanto mais equilibrado o ser humano estiver menos necessidade terá de buscar o equilíbrio, ou menos necessidade terá de buscar e isso é maravilhoso! Como as plantas, os animais e as estrelas do céu e do mar ele apenas viverá, deixará fluir, sorrirá, não levará as coisas muito a sério e não se levará também muito a sério. O nosso mundo, essa vida agitada e a cada dia mais sem sentido, definitivamente não foi feita pra ser levada tão a sério, compreendida, muito menos aquilo que chega em nossa mente.

Quando pararmos de dar importância a essas "mensagens baixas" que nos invadem sem pedir licença, é porque finalmente é chegada a hora de sair, de dar o "drop final". Perceberemos então o Todo se comunicando com a gente, e nos conectaremos com o que é verdadeiramente belo. Silenciar pra poder sentir, parar para ir além. Para mim, hoje, não resta mais dúvida: No retorno para o que verdadeiramente somos a ida é o primeiro passo da volta.
 
http://www.youtube.com/watch?v=ecirRN_b0aY

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Na alegria e na tristeza, o companheiro de todas as horas.

Facebook: A mágica que transforma 'ilusão empacotada' em gente de carne e osso.

Vendo as charges fiquei pensando: Acho que a humanidade (ou parte dela) merece mesmo ser feliz ali dentro.

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/algumas-charges-sobre-as-redes-sociais#comments

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O Globo não admite Lula no New York Times

Vocês viram como o Globo deu essa notícia hoje no impresso? Nela, Lula, que teve a honraria de ser convidado a escrever num dos principais periódicos do mundo, não é chamado de ex-presidente, mas sim de "petista"
"O petista vai escrever.." "O petista foi convidado pelo NYT"..
Tudo bem que FHC passe recibo da inveja qu sente de Lula, mas o jornal agir dessa forma, como se tivesse sido editorializado num boteco do Leblon?!
É essa a nossa mídia? Que coloca o leitor como mero espectador de uma guerra ideológica contra um governo e no meio de uma batalha virulenta e pessoal contra uma pessoa?!
Mesmo que odeiem, não concordem, não sejam alinhados, não importa, cacete!, o mínimo que deveriam ter é respeito pela figura de um ex-presidente que, queiram eles ou não, fez muito por esse país e é amado pelo povo.
sem mais.

Número de Doutores e Mestres quadriplicou no Brasil...

Mas o Estadão se "esqueceu" que o grosso do caldo se deu no governo Lula..

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/numero-de-mestres-e-doutores-quadruplicou-em-15-anos

Dilma sopra feio na caxirola de Carlinhos Brow

http://blogdojuca.uol.com.br/2013/04/essa-nao-presidenta/

quinta-feira, 18 de abril de 2013

UFRJ vai investigar trote de alunos da faculdade de medicina

Primeiro de tudo: É ilegal. Como pode alguém ingressar numa carreira tão essencial a sociedade já sendo submetido e ou participando de livre e espontânea vontade de uma prática ilícita?

É inacreditável o baixo nível que beira a delinquência dessas pessoas privilegiadas que, numa atitude de ingratidão a 'sorte' que tiveram de ingressar em profissão tão elitizada, demonstram um total desprezo pela vida humana.

Com vocês os futuros médicos do Brasil:

ps: O Feliciano nã tem nada a ver com isso

http://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=641451&%7CUFRJ+vai+investigar+trote+de+alunos+de+Medicina%22

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Diga não a redução da maioridade penal

A mesma velha história..


O ato de Gerald Thomas e a violência contra a mulher

Do blog do Sakamoto

Tempos atrás uma jornalista levou, sem autorização, um bebê de uma maternidade para provar que o local não tinha segurança. Justificou-se que aquilo era uma reportagem. Não, não era. Era sequestro. Lembro-me dessa história quando li a justificativa do diretor de teatro Gerald Thomas para a cena que protagonizou enfiando a mão sob o vestido de Nicola Bahls sem permissão. ”A mulher não é um objeto. Mas não deveria se apresentar como tal”, escreveu em sua defesa. Justificou-se que era um alerta à hipocrisia da sociedade, uma performance intimidatória. Não, não era. Era violência.
“Essa imprensa careta de um sensacionalismo careta. A gente leva tudo da brincadeira e eles não”, reclamou após toda a polêmica levantada. O apresentador do “Pânico”, Emílio Surita, concordou: “estamos em um programa de humor e vamos fazer brincadeiras”.
Brincadeira, brincadeiras… Pedi a seis comunicadoras (para permanecer no mesmo campo de atuação de Gerald e Emílio) e militantes pelos direitos das mulheres explicarem o que é machismo para quem não vê problemas no comportamento do diretor de teatro. Seguem as respostas:
E se você, amiga jornalista, sentisse as mãos de um colega apalpar sua bunda enquanto vocês sobem o elevador de um prédio a caminho de mais uma entrevista? Putz, talvez você tenha engordado e aquela calça jeans tenha ficado muito apertada… mais atenção da próxima vez! E você, professora, o que acharia se, no meio de uma reunião com o diretor da escolar, ele espiasse o seu decote (que você jurava que era discreto) e, na sequência, arrumasse um jeitinho de roçar os braços nos seus seios ao se abaixar para apanhar uma caneta? Puxa, talvez você tenha exagerado… aquele decote não era tão discreto. Ou você, doutora advogada, que no meio da reunião sentiu os pés do colega sentado ao seu lado subir por suas canelas, e de repente as mãos dele já estavam nos seus joelhos… por que foi mesmo que você inventou em ir de saia a uma reunião? E você, estudante, que saiu da aula às 11 da noite e, naquela esquina escura, já perto de casa, foi surpreendida por um cara que tapou tua boca, levantou teu vestido, te segurou com força e meteu o pau na tua vagina? Quanta dor! Mas não importa, a culpa foi tua, que usava aquele vestido curto tão tarde… Machismo é muitas coisas. Mas é sobretudo uma violência apoiada na naturalização das desigualdades sociais entre homens e mulheres. É o machismo que, diariamente, tenta se apropriar do nosso corpo e nos subtrair algo que é caro a qualquer ser humano: a nossa autonomia.
Mariana Pires, jornalista
Machismo é pensar que o corpo feminino é um território livre para os homens se divertirem, que está à disposição sempre que quiserem entrar. É encarar que um vestido curto e decotado dá permissão para apalpar uma mulher. É se considerar esperto por supostamente estar invertendo a postura inconveniente e intimidadora dos apresentadores de um programa de TV, quando na realidade está reproduzindo a cultura do estupro, que lutamos para denunciar e eliminar. É achar graça de uma situação que invade a intimidade de uma mulher sem o consentimento dela, é considerar uma brincadeira válida “conferir” se a entrevistadora não é uma travesti, causando visível constrangimento a ela. É achar que foi uma ação contra a caretice dos dias de hoje, que fez uma grande performance artística, que abriu os olhos para a hipocrisia da nossa sociedade, quando o que fez foi simplesmente reiterar em frente às câmeras de TV, e banalizar ainda mais, a violência sexual que as mulheres enfrentam cotidianamente, nas ruas, no trabalho, dentro de casa.
Fernanda Sucupira, jornalista
O que Gerald Thomas e aquele babaca que passou a mão na sua bunda no ônibus lotado tem em comum? Fácil: os dois acham que têm o direito de violar o corpo da mulher da maneira como bem entenderem. A diferença é apenas o glamour com que tal ação é executada. No primeiro caso, o artista utilizou um argumento relativamente elaborado para forçar sua entrada embaixo da saia da entrevistadora. Segundo ele, o programa “Pânico” objetifica a mulher e, portanto, nada mais natural (?) que protestar contra isso fazendo exatamente a mesma coisa e sendo tão ou mais perverso. Mas, ao fim e ao cabo, o que ele fez não é diferente de todo assédio cotidiano que as mulheres sofrem porque parte do mesmo princípio: vou usar o corpo da mulher para provar meu ponto de vista, seja bulinando, estuprando, batendo ou torturando. E isso é machismo.
Maíra Kubik Mano, jornalista e cientista política
O comediante entra na livraria vestido como Adão – é assim que ele trabalha, dia após dia, no seu programa de humor. Usa apenas uma sunguinha cor da pele, com uma folha plástica de parreira cobrindo a genitália. A autora do livro, moça que gosta de fazer polêmica, faz pose de intellectual, mas fala uns palavrões (de nível aceitável, claro, que ela sabe bem como manejar a mídia), o recebe simpaticamente. De repente, Zaz!, ela enfia a mão por baixo da folha de parreira e lhe aplica um pouco gentil afago nos bagos. Consegue imaginar a cena? Não? E sabe por que não? Porque, no mundo este em que vivemos, determinado pela soberania do macho sobre a fêmea, é inaceitável que uma mulher exponha um homem a esse ridículo. Tão inaceitável que você sequer consegue imaginar que existe uma mulher capaz de dar um apertão no saco alheio em rede nacional de TV. Assim, só pra denunciar a cotidiana e dolorida violência contra o homem, não é?
Cristina Charão, jornalista
Machismo é um sistema de mentiras que enfraquece o senso crítico, fazendo com que você veja o “mal” em um lugar e o “bem” em outro, se tornando um consumidor-perpetrador que não questiona injustiças sociais. Vejo pessoas demonstrando isso no caso do Gerald Thomas. Dizer que não houve machismo na atitude dele não é dar uma opinião de autoria própria. Não se ganha nada em ver agressões misóginas como “normais”, ganha-se apenas um falso e frágil senso de pertencimento à nossa sociedade patriarcal. Por questões de sobrevivência, a maioria das mulheres é obrigada cotidianamente a transformar e quebrar as regras dessa mesma sociedade machista. É impossível conter essa força. Aos poucos, todos estão se dando conta que feminismo é também uma ciência econômica e social. Mesmo dando outros nomes a ele, o feminismo é praticado por todas as mulheres brasileiras.
Elisa Gargiulo, documentarista
O machismo se manifesta de inúmeras – e cada vez mais surpreendentes – maneiras. Mas, uma vez presente, nem o supostamente mais subversivo artista “escapa” de uma de suas formas mais tradicionais: a transformação do corpo da mulher em um objeto a ser utilizado e explorado pelo homem a seu bel prazer. Gerald Thomas pretendeu “responder” a um “jogo de sedução” de Nicole Bahls, mas o fez cometendo uma violência tradicional, no melhor estilo Idade Média, ainda em voga, e nada engraçada. Não ver problemas neste comportamento também não surpreende. O machismo é tão estruturante da identidade brasileira – de homens e mulheres, diga-se de passagem – que há quem veja só piada numa cena dantesca como esta. O humor, neste caso, é um aliado importante da perpetuação do machismo em nossa sociedade. Ele cria uma espécie de redoma de vidro dentro da qual tudo é permitido, inclusive enfiar a mão entre as pernas de uma entrevistadora contra a sua vontade. Não há como ser mais explícito e violento. Manter um sorriso sacana no rosto não muda a agressividade das mãos. E não enxergar isso também é uma manifestação de machismo. Quem não vê onde está o problema, é hora de revisitar seus valores e práticas.
Bia Barbosa, jornalista

 

Seedorf lembra Garrincha!

Aplausos de pé para o gênio holandes!

O fora de pauta  vai para o fenômeno transcendental que aconteceu no último final de semana e que vem desafiando os limites de nossa ciência em sua explicação. A Academia Brasileira de Ciência convocou uma reunião extraodinária para essa semana para discutir o assunto. O CNPq prepara novo edital para aqueles que se lancem a explicar o impossível. O governo americano convocou seu embaixador a Washington para obter mais explicações sobre o assunto. Durante a semana passada, o nome de Garrincha voltou à pauta ao descobrirmos que a FIFA quer proibir a utilização do seu nome no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Nesse último final de semana, ele foi foi visto no modesto e simpático estádio de Moça Bonita. Tostão publicou ontem em seu blog a informação confirmando tratar-se mesmo do ex-camisa 7 da Copa de 58 e 62. José Miguel Wisnick já prepara um novo ensaio sobre devir imperceptível de Garrincha. Será que isso é uma indicação de que ele não aparecerá no ano que vem nos estádios da FIFA?Por Marlon

http://jblog.jb.com.br/botafogo/

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/de-garrincha-a-seedorf

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Sobre o caso Feliciano

Até que enfim, uma autoridade em Direitos Humanos se manifesta nesse caso. Não é concebível que algo tão importante que versa sobre a vida humana, fique reduzido a essa disputa Pastor x Ativista, ambos deputados com suas bases, interesses e capital político, gerando uma histeria insana na massa, que só faz mal a todos nós como sociedade.

A guerra do "Bem x Mal" costuma não dar bons resultados. De um lado um pastor estelionatário que prega a intolerância, e do outro um deputado bem intencionado (a meu ver) mas que é usado como justiceiro de uma mídia que diariamente tb prega a intolerância contra um determinado grupo religioso e que tem interesses (sempre) bastante específico. Jean Willis está certo, faz o papel dele em defender as minorias desse louco, mas parece se deixar seduzir pelo aplauso fácil, pregando como antídoto para a intolerânia, a liberdade individual quando deveria falar do direito a dignidade humana, esse sim inalienável. Ele, como deputado do PSOL, sabe do poder que tem nossa mídia conservadora para pegar a bandeira das liberdades individuais (uma conquista da modernidade) e espanar pra bem longe o direito da coletividade.

No pensamento ultraliberal deles, é assim: Nós não precisamos de Estado, não precisamos de tutela, não precisamos que nos digam nada, pois temos o direito a fazer o que quiser com as nossas vidas, repetem assim, com suas palavras, o velho mantra da Dama de Ferro, "Não existe sociedade, só existe indivíduos" Esse conceito de libedade individual, infelizmente por aqui foi sequestrado por uma minoria, uma elite mesquinha que rói o osso do pais há 500 anos. Muitos desses senhores tem horror aos homosexuais, mas como bom hipócritas devem estar adorando o discurso do deputado e se bobear até dando tapinha nas costas.

Faz muito bem a Ministra em tirar o contencioso dessa arena. Estamos falando aqui, em última análise do direito a vida, a integridade do ser humano, esse sim um valor inalienável, muito mais do que escolhas individuais feitas dentro da perpetuação de um modelo burguês como casamento civil.

Incitar a violência e o ódio é uma atitude ilegal, incosntitucional como lembra a Ministra, mas nunca é demais lembrar do velho Nietzshe: "Para combater a monstruosidade não precisamos nos transformar em monstros"

Para o pastor doente e todo lugar onde a vida humana é desprezada de foma violenta: A Constituição Federal.

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2013/04/08/declaracoes-de-feliciano-incitam-o-odio-e-a-intolerancia-diz-ministra/

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Globo x povo do Horto

Campanha da Globo

Na quinta-feira, dia 28 de março, o jornal O Globo fez uma matéria em que relacionava a explosão de uma bomba na escola do Jardim Botânico com a comunidade do Horto. A matéria citava que um artefato explosivo foi colocado em uma caixa perto da escola, e que a vice-diretora, Neuza Tamaio, afirmou, em entrevista, que seria um aviso sobre a reintegração de posse.

Entretanto, em vídeo gravado pela Luta Pela Moradia, Neuza desmentiu o jornal. “Pra mim pareceu uma coisa costurada, algum mal entendido. Eu não sei de onde que saiu essa frase”, disse.

História

A ocupação da área do Horto Florestal, hoje pertencente à União Federal, data do ano de 1808, quando D. João VI desapropriou o Engenho de Nossa Senhora da Conceição da Lagoa para a construção de uma fábrica de pólvora. Em 1811, foram erguidas vilas para a instalação dos trabalhadores da fábrica, em virtude de o local ser considerado de difícil acesso.

Com a transferência da fábrica para Raiz da Serra, aos pés da serra de Petrópolis, a área foi desmembrada e alienada, sendo muitas casas de antigos funcionários cedidas, já no século XX, a funcionários do Jardim Botânico.

A partir daí, gerações de famílias e descendentes de funcionários da antiga fábrica de pólvora e do Jardim Botânico construíram uma comunidade nos arredores do parque, com autorização (formal e informal) das diversas administrações do Jardim Botânico.


Fonte: Brasil de Fato.
 

RJ: Estado ataca população (pobre, é claro) do Horto.

Quando o direito a propriedade vale mais do que o direito a vida!

http://www.brasildefato.com.br/node/12529

Falta de educação do carioca pode ter sido causa do acidente na Av. Brasil


terça-feira, 5 de março de 2013

O autoritarismo incurável de Joaquim Barbosa

Nem os magistrados aguentam mais tanta descompostura, agressividade e intolerãncia. Essa semana emitiram uma nota de repúdio.
Joaquim Barbosa se mostra a cada dia um homem desequilibrado para exercer sua função e quse continuar nesse caminho precisará ser interditado.
A mídia, que o turbinou que segure agora a fera..
Hoje ofendeu um jornalista..

e amanhã?
 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Precisamos falar sobre Kevin

Chega de bárbarie.. Chega de truculência e ignorância!

Na presidência da CBF, um homem que apoiou a tortura no nosso país, no comando da Seleção Brasileira uma pessoa agressiva e intolerante. Temos dirigentes de futebol que agridem jornalistas com o silêncio obsequioso de muitos da própria mídia que acham que a rivalidade está acima da integridade física. Jogadores que pregam, prometem e cumprem feridas no colega de profissão e acham isso normal..

A torcida, infelizmente, está inserida nesse caldeirão cultural. O comportamento agressivo das massas, é também reflexo, em última análise, de uma sociedade violenta. Não dá pra fugir disso.

O mito de que somos um povo bacana e boa praça se desfaz nessas horas. Convivemos traquilamente com toda sorte de violências, sem nos darmos conta, pois já está quase introjetado no nosso dia a dia, a grosseria, a estupidez, a mentira , a armação, o dedo na cara e por aí vai…

Vamos suportando e naturalizando todas essas pequenas violências, até que vem um momento ABSURDO como esse, que nos faz parar pra refletir:

Por que chegamos a tal ponto de selvageria e violência onde a vida humana não vale mais nada?

Eu, daqui, só posso mesmo é tentar fazer minha parte, num exercíco crítico pra ver, como amante incurável do futebol, aonde me incluo nesse todo. E tentar melhorar.

um abraço

Texto fundamental de Ugo Giorgette

http://blogdojuca.uol.com.br/2013/02/que-fazer/

Deus há de me permitir viver pra ver isso no meu país:

Está chegando a hora: A erradicação total da miséria absoluta!

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-erradicacao-da-miseria-absoluta

A louca cavalgada da Globo contra os venezuelanos

http://diariodocentrodomundo.com.br/a-globo-contra-os-venezuelanos/

Desemprego recorde, a vaidade de FHC e o que esperar pra 2014

Vale a pena ver os dois textos: Um sobre o desemprego recorde no Brail. O país está voando, vai acabar com a miséria e eles, mídia e tucanato, estão cortando os pulsos!
E o outro sobre o vazio desse ressentido senhor, que segundo Leandro Konder, não há espelho que suporte tanta vaidade.
De um lado o Aécio Neves, o reformista do nada e de outro Serra, o desbravador dos subterrâneos da política.
Só lhes resta mesmo Veja, Globo, Folha e Estadão. Mas esses, que de bobo não tem nada, mais hora menos hora, irão pular do barquinho sem rumo tucano, e vão ter que escolher outra "barriga de aluguel" pra armazenar seus interesses mais escusos.
O PDM - Partido da Marina (a tal da rede) é uma possibilidade. A direita-verde anda meio na moda, tem o banco Itaú e um empresariado forte por trás, mas ainda pesa sobre ela, uma desconfiança de não ter abandonado totalmente o laço petista. O editorial do Globo de duas semanas atrás, na ocasião do lançamento do seu novo partido, não deixou dúvidas pro bom entendedor: Se quiser nosso apoio, vai ter que pular do muro e bater forte no governo; é assim que a banda toca por aqui.
O bloco midiático não tem pudor, manda recado na lata. E se Marina se fizer de rogada, será curioso ver a onda piguenta (PIG) indo na direção de Eduardo Campos, do PSB.
Enfim, 2014 já começou, e tudo indica que o jogo virá ainda mais pesado: Será a eleição do Fim do mundo!
É esperar pra ver.
abraços
 
 
 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Marin fora da CBF!

O currículo deplorável desse senhor a serviço da ditadura militar no Brasil e tudo o mais que pesa contra ele torna sua presença na direção da entidade que comanda o futebol brasileiro um assinte, uma vergonha para o país que vai sediar a Copa do Mundo.

Clique, leia, assine a petição e, se possível, ajude a divulgar!

http://blogdojuca.uol.com.br/2013/02/39268/

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

“La Dolce Vita” de Yoani Sánchez em Cuba

“La Dolce Vita” de Yoani Sánchez em Cuba é financiada com os dólares e euros pagos pelos conglomerados midiáticos privados, potências imperialistas e serviços secretos"

Yoani Sánchez tem estreita relação com a diplomacia estadunidense em Cuba

Yoani Sánchez tem estreita relação com a diplomacia estadunidense em Cuba como demonstra um documento “secreto”, por seu conteúdo sensível, emitido pela Seção de Interesses Norteamericanos (Sina). Michael Parmly, ex-chefe da Sina em Havana, que se reunia regularmente com Yoani Sánchez em sua residência diplomática pessoal como indicam os documentos confidenciais da Sina, manifestou a sua preocupação em relação à publicação dos documentos diplomáticos dos EUA pelo WikiLeaks: “Ficaria muito incomodado se as numerosas conversações que tive com Yoani Sánchez fossem publicadas. Ela poderia pagar as consequências por toda a sua vida”. A pergunta que vem imediatamente à mente é a seguinte: por quais razões Yoani Sánchez estaria em perigo se a sua atuação, como afirma, respeita o marco da legalidade?

Cai a máscara

Yoani Sánchez, uma oportunista que transformou dissidência em marketing pessoal?
 
Não vi ainda nenhuma matéria que informe ao distinto público quem está pagando a turnê de Yoani por 12 (!) países – passagens aéreas, hospedagens, traslados, alimentação, lazer, banda larga e direito a dois acompanhantes, o marido e o filho.
Nem a Folha de S.Paulo, que até em batizado de boneca do PT pergunta quem pagou o vestido da Barbie, parece interessada nesse assunto. E eu desconfio por quê.
Yoani Sánchez é a mais nova porta-bandeira da liberdade de expressão em nome das grandes corporações de mídia e do capital rentista internacional. É a direita com cara de santa, candidata a mártir da intolerância dos defensores da cruel ditadura cubana, a pobre coitada que tentou, vejam vocês, 20 vezes sair de Cuba para ganhar o mundo, mas só agora, que a lei de migração foi reformada na ilha, pode viver esse sonho dourado. Mas continuo intrigado. Quem está pagando?"

http://www.viomundo.com.br/humor/leandro-fortes-faltou-um-google-a-antenada-blogueira-cubana.html

Carta aberta a Renan Calheiros

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed734_carta_aberta_ao_senador_renan_calheiros

Quando a novidade é o máximo do paradoxo

Marina morena Marina, você se pintou..

A Coisa

Por: Gerson Carneiro

A novidade que abriu o fim de semana foi o mega evento do lançamento da coisa inventada pela Marina Silva. Pouca gente soube mas foi o suficiente para sufocar o factoide inventado pela revista Veja sobre a vinda da blogueira vida mansa de Cuba.
A Coisa é algo que não é de Direita nem de Esquerda, nem de Centro. Nem de cima, nem de baixo. Ou seja, é o que não pode ser que não é.
Mas Marina não é a primeira a inventar a Coisa. O cantor norte-americano Prince chegou a trocar seu nome por um símbolo inominável.
Marketing é tudo. Fosse eu o marqueteiro da Coisa proporia:
Marina e Banco Itaú em lançamento do partido da REDE bancária.
Quem se filiar e abrir uma conta no Banco participará de sorteio de perfume da Natura, e hospedagem em hotel de luxo na Amazônia.
Ah, e um quilo de alfafa de soja, totalmente natureba.
“Cuidado com a coisa coisando por aí
A coisa sempre coisa e também coisa por aqui”


http://www.dihitt.com.br/barra/os-limites-da-patria

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Ministério Público do Trabalho vai pra cima da BASF

Patrocinadora da Vila Isabel pode ter que desembolsar quantia recorde de R$1 bilhão de reais aos trabalhadores brasileiros contaminados e que perderam suas vidas por causa da ganância de uma empresa selvagem. Indenização pode alcançar até seus descendentes.

http://www.brasildefato.com.br/node/12006

YoanI Sánchez: Blogueira cubana chega ao Brasil e é repudiada pelo movimentos sociais

Musa Globo e do PSDB, porém deve ser ouvida pois certamente tem muito a dizer, principalmente no que toca a sua aproximação com os EUA.

http://www.brasildefato.com.br/node/12005

A que ponto chegou Marina Silva

A Rede da Marina Silva para amarrar você na Matrix dominadora do Itaú e da Globo

Militantes são credenciados no encontro nacional do partido de Marina.
Organização empresarial feita por bilionária do Grupo Itaú.
Nada decepciona mais nesse partido da Marina Silva do que a negação da luta política dos mais fracos e da pregação ao conformismo submisso aos mais fortes.

É a "utopia sonhática" do Itaú, da Globo, do bilionário neoliberal dono da Natura. É a sustentabilidade reacionária e conservadora. Os bilionários mandam, eles são os "sábios" conselheiros, orientadores e ideólogos de um hipotético governo, cuja REDE Marina se encarregaria de manter conectados os brasileiros, obedientes à ordem dominadora moldada por eles. Todos conformados, igual aos dominados no filme Matrix. Semelhante aos primeiros 502 anos da história do Brasil.

Cito o banco Itaú, especificamente, porque uma das principais caciques do partido de Marina é Maria Alice Setúbal, herdeira e acionista do império Itaú. Segundo o "site" na internet, sua função no partido é "mobilização de recursos".
Não deixa de ser curioso que os recursos mobilizados são laranja, a cor de fundo usada nas placas e propagandas do Banco Itaú.

Irresistível não comparar com a dominação de Matrix, quando vemos a foto de militantes enfileirados para serem credenciados em guichês com placas laranjas (foto acima), por atendentes uniformizadas de blazer preto com camisa laranja (a cor do Itaú, de novo). Parece que as atendentes estão plugando um a um à dominação da Matrix do Itaú.

Muito além da comparação com o filme, o mais grave é querer esvaziar a luta política como instrumento dos cidadãos conquistarem melhorias de vida.
O discurso de Marina é recheado de frases de efeito sempre puxando para um suposto "novo jeito de fazer política", "acima da esquerda e direita", "não é oposição, nem situação", "resgatar a ética", "não tem movimentos sociais por trás", "não fuma, nem bebe" e blá-blá-blá para ser politicamente correto, agradar a todos e não desagradar ninguém. Luta política que é bom, e que obriga a escolher lado, nada.

É o discurso que a Globo e o Itaú gostam. É discurso da desconstrução e criminalização da luta política que bate de frente com seus interesses.
É o discurso que busca dominar a chamada nova classe média, buscando convencê-la a se desiludir com a luta política que a levou a conquistar o que tem, e votar alienada, igual vota no paredão do BBB, em quem acha mais bonzinho, mais simpático, mais bonitinho. Na luta política, do jeito que está, a Globo sabe que não vence mais, então o negócio é esvaziá-la. E que tristeza ver Marina Silva fazendo esse serviço.

A REDE Matrix da Marina está mandando às favas a luta política do enfrentamento contra a má distribuição de riquezas e injustiça social.
O Banco Itaú fica mais "sustentável" quando a clientela faz tudo pela internet e deixa de ir na agência, deixa de imprimir papel. Mas esse ganho de produtividade, esvaziando as agências, o banco não compartilha com seus trabalhadores, mandando-os para o olho da rua, mesmo com lucros estratosféricos.

A boa luta política é brigar por leis que reduzam a jornada de trabalho em vez de demitir, se a empresa teve ganho de produtividade e tem lucros suficientes para manter a mão de obra. Ou pelo menos, quem pode mais e desemprega só para lucrar mais, tem que pagar mais impostos necessários a gerar novos empregos.

De nada adianta abraçar árvores, financiar ONG's, se a empresa joga pessoas no desemprego só para aumentar mais ainda os lucros de acionistas. Esse egoísmo é uma forma de poluir a qualidade de vida na sociedade, com o empobrecimento de pessoas, a desestruturação de lares, de famílias, que o desemprego provoca, muitas vezes. E para acabar com esse egoísmo é preciso luta política. Os partidos políticos são os instrumentos desta luta para mudar leis.

A grande luta política no Brasil ainda é o combate à desigualdade para elevar brasileiros pobres para um padrão de vida de classe média. E essa REDE Matrix de bilionários em torno da Marina tem uma agenda pragmática oposta, como, por exemplo, lutam para pagar menos impostos, mesmo com lucros exorbitantes; condenam verbas para programas sociais; pregam arrocho de salários e aposentadorias para ter mais lucros se pagarem alíquotas menores para manter a Previdência; pregam cortar direitos trabalhistas para poder demitir mais fácil e mais barato. Pregam a privatização e redução de serviços públicos, essenciais para quem não tem condições de pagar.

É luta contra tubarões, que enfrentamos e que produz baixas do nosso lado. Novidade na política é concluir o ciclo dessa luta e conscientizar aqueles que estão plugados na Matrix de dominação da Globo e do Itaú a se libertarem das amarras.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Em defesa do Parlamento Brasileiro

Nesses tempos em que o Congresso Nacional tem sido atacado dia noite pela velha mídia, usurpado pelo poder Judiciário, nesses últimos dias onde teve até, pasmem, sua extinção pedida nas redes sociais, acho que vale a pena essa reflexão sobre o seu papel e sua importância na democracia.

A mídia e os arautos da ética udenista, moralistas de ocasião que ganharam voz no STF, tentam a todo custo desmoralizá-lo perante a opinião pública; e nessa horas, muita gente boa acaba embarcando, virando masa de manobra e fazendo o coro das "velhas viúvas" saudosas dos regimes autoritários..

Como atenta de forma muito oportuna Mauro Santayana em seu artigo acho que vale a lembrança nesse momnto:

Não há democracia sem Parlamento!

segue:

"O Parlamento é a nação reunida, com seus vícios e virtudes – e não temos outra nação, senão a nossa. Ela poderá ser outra, e tem sido outra, ao longo do tempo, graças à nossa vontade política, quando temos essa vontade. Foi assim que nos reunimos nas ruas, em 1983 e em 1984, para recuperar os ritos democráticos perdidos em 1964.

http://www.maurosantayana.com/2013/02/nao-ha-democracia-sem-parlamento.html

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Se todos fossem iguais ao Seedorf

E Seedorf deu hoje mais uma lição de profissionalismo e humildade nesses tempos em que jogadores de futebol se acham!

http://jblog.jb.com.br/botafogo/2013/01/30/se-todos-fossem-iguais-ao-seedorf/

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Eduardo Marinho e o cheiro da alma da mídia privada

Muito bom o texto do Eduardo Marinho, quem gostar e puder, acho que vale replicar nas suas redes. É exatamente o que eu penso: A falta d'água da população pobre atrapalha o tráfego dos que vão de carro, mas a falta de água dos usuários do Aeroporto é tida como absurdo e mais um motivo para bater no governo.

Segue o texto com destaque para o trecho abaixo e depois, lá no final, pra ilustrar o que Eduardo diz, o vídeo do William Waak completando o serviço sujo que Chico Caruzo inciou no Globo de segunda com sua charge mórbida e inescrupulosa - As favas com a dor alheia! O âncora da Globo, pego no Wikileaks fazendo "espionagem" pro governo americano nas eleições de 2010, tenta arrancar, ao vivo, na bancada do jornal, a todo custo do "especialista" convidado um culpado para a tragédia. Adivinhem em quem ele quer chegar? Se tiverem estômago vejam, pois tem que ter sangue frio pra testemunhar a ansiedade desse senhor para arrancar a fórceps da boca do convidado um culpado

"..Não há que contestar a mídia, nem apontar algumas de suas falhas. Toda ela, a mídia comercial, é falha, a partir de sua origem obscura e suas relações mais obscuras ainda. A alma da mídia privada cheira a esgoto. A estrutura das comunicações do país está dominada, apesar das lutas para liberar essa área estratégica da sociedade. E joga contra o povo todas suas forças, no sentido de concentrar poderes e riquezas, de explorar a população e o patrimônio público, de impor ao Estado o roubo dos direitos da maioria e na criação de privilégios para a minoria dominante e seus servidores de luxo. Privilégios são formados com o roubo dos direitos."

 http://observareabsorver.blogspot.com.br/2013/01/sociedade-fogo-e-midia.html

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/01/ancora-da-globo-culpa-pt-por-tragedia.html

Regulação da mídia: A lição que vem da Europa


Europa ensina aos nossos "arautos da liberdade", como Liberdade expressão (um direito de todo cidadão e não de um pequeno grupelho) e regulação midiática devem caminhar juntas numa sociedade democrática.
A mídia empresarial é antes de tudo, esperneie-se ou não, uma atividade econômica. Em alguns países, assume também o papel de partido político, mas aí já é uma outra história..
Aqui no Brasil, onde essa "outra história" se dá como em nenhum lugar do mundo, esse debate é sempre muito difcíl pois até o ministro Ayres Britto, a época presidente do STF, lamentavelmente demonstrou não ter a dimensão clara que diferencia a liberdade de expressão da liberdade de imprensa.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Isso sim a imprensa deveria cobrar do governo, bem como a Reforma Agrária paralizada por Dilma

..mas não o faz pois o seu gene conservador é dominante sobre o gene golpista.

E o que fazem não é um jornalismo isento direcionado a sociedade mas sim uma trama esquizofênica motivada por interesses privados e pela raiva e o ressentimento histórico que nutrem pelo lulopetismo.

Pois esse blog apóia e divulga: Em defesa da cidadania, do desenvolvimento e da valorização do trabalho:

Centrais sindicais: Todos a Brasília pressionar governo Dilma