terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Precisamos falar sobre Kevin

Chega de bárbarie.. Chega de truculência e ignorância!

Na presidência da CBF, um homem que apoiou a tortura no nosso país, no comando da Seleção Brasileira uma pessoa agressiva e intolerante. Temos dirigentes de futebol que agridem jornalistas com o silêncio obsequioso de muitos da própria mídia que acham que a rivalidade está acima da integridade física. Jogadores que pregam, prometem e cumprem feridas no colega de profissão e acham isso normal..

A torcida, infelizmente, está inserida nesse caldeirão cultural. O comportamento agressivo das massas, é também reflexo, em última análise, de uma sociedade violenta. Não dá pra fugir disso.

O mito de que somos um povo bacana e boa praça se desfaz nessas horas. Convivemos traquilamente com toda sorte de violências, sem nos darmos conta, pois já está quase introjetado no nosso dia a dia, a grosseria, a estupidez, a mentira , a armação, o dedo na cara e por aí vai…

Vamos suportando e naturalizando todas essas pequenas violências, até que vem um momento ABSURDO como esse, que nos faz parar pra refletir:

Por que chegamos a tal ponto de selvageria e violência onde a vida humana não vale mais nada?

Eu, daqui, só posso mesmo é tentar fazer minha parte, num exercíco crítico pra ver, como amante incurável do futebol, aonde me incluo nesse todo. E tentar melhorar.

um abraço

Texto fundamental de Ugo Giorgette

http://blogdojuca.uol.com.br/2013/02/que-fazer/

Deus há de me permitir viver pra ver isso no meu país:

Está chegando a hora: A erradicação total da miséria absoluta!

http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-erradicacao-da-miseria-absoluta

A louca cavalgada da Globo contra os venezuelanos

http://diariodocentrodomundo.com.br/a-globo-contra-os-venezuelanos/

Desemprego recorde, a vaidade de FHC e o que esperar pra 2014

Vale a pena ver os dois textos: Um sobre o desemprego recorde no Brail. O país está voando, vai acabar com a miséria e eles, mídia e tucanato, estão cortando os pulsos!
E o outro sobre o vazio desse ressentido senhor, que segundo Leandro Konder, não há espelho que suporte tanta vaidade.
De um lado o Aécio Neves, o reformista do nada e de outro Serra, o desbravador dos subterrâneos da política.
Só lhes resta mesmo Veja, Globo, Folha e Estadão. Mas esses, que de bobo não tem nada, mais hora menos hora, irão pular do barquinho sem rumo tucano, e vão ter que escolher outra "barriga de aluguel" pra armazenar seus interesses mais escusos.
O PDM - Partido da Marina (a tal da rede) é uma possibilidade. A direita-verde anda meio na moda, tem o banco Itaú e um empresariado forte por trás, mas ainda pesa sobre ela, uma desconfiança de não ter abandonado totalmente o laço petista. O editorial do Globo de duas semanas atrás, na ocasião do lançamento do seu novo partido, não deixou dúvidas pro bom entendedor: Se quiser nosso apoio, vai ter que pular do muro e bater forte no governo; é assim que a banda toca por aqui.
O bloco midiático não tem pudor, manda recado na lata. E se Marina se fizer de rogada, será curioso ver a onda piguenta (PIG) indo na direção de Eduardo Campos, do PSB.
Enfim, 2014 já começou, e tudo indica que o jogo virá ainda mais pesado: Será a eleição do Fim do mundo!
É esperar pra ver.
abraços
 
 
 

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Marin fora da CBF!

O currículo deplorável desse senhor a serviço da ditadura militar no Brasil e tudo o mais que pesa contra ele torna sua presença na direção da entidade que comanda o futebol brasileiro um assinte, uma vergonha para o país que vai sediar a Copa do Mundo.

Clique, leia, assine a petição e, se possível, ajude a divulgar!

http://blogdojuca.uol.com.br/2013/02/39268/

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

“La Dolce Vita” de Yoani Sánchez em Cuba

“La Dolce Vita” de Yoani Sánchez em Cuba é financiada com os dólares e euros pagos pelos conglomerados midiáticos privados, potências imperialistas e serviços secretos"

Yoani Sánchez tem estreita relação com a diplomacia estadunidense em Cuba

Yoani Sánchez tem estreita relação com a diplomacia estadunidense em Cuba como demonstra um documento “secreto”, por seu conteúdo sensível, emitido pela Seção de Interesses Norteamericanos (Sina). Michael Parmly, ex-chefe da Sina em Havana, que se reunia regularmente com Yoani Sánchez em sua residência diplomática pessoal como indicam os documentos confidenciais da Sina, manifestou a sua preocupação em relação à publicação dos documentos diplomáticos dos EUA pelo WikiLeaks: “Ficaria muito incomodado se as numerosas conversações que tive com Yoani Sánchez fossem publicadas. Ela poderia pagar as consequências por toda a sua vida”. A pergunta que vem imediatamente à mente é a seguinte: por quais razões Yoani Sánchez estaria em perigo se a sua atuação, como afirma, respeita o marco da legalidade?

Cai a máscara

Yoani Sánchez, uma oportunista que transformou dissidência em marketing pessoal?
 
Não vi ainda nenhuma matéria que informe ao distinto público quem está pagando a turnê de Yoani por 12 (!) países – passagens aéreas, hospedagens, traslados, alimentação, lazer, banda larga e direito a dois acompanhantes, o marido e o filho.
Nem a Folha de S.Paulo, que até em batizado de boneca do PT pergunta quem pagou o vestido da Barbie, parece interessada nesse assunto. E eu desconfio por quê.
Yoani Sánchez é a mais nova porta-bandeira da liberdade de expressão em nome das grandes corporações de mídia e do capital rentista internacional. É a direita com cara de santa, candidata a mártir da intolerância dos defensores da cruel ditadura cubana, a pobre coitada que tentou, vejam vocês, 20 vezes sair de Cuba para ganhar o mundo, mas só agora, que a lei de migração foi reformada na ilha, pode viver esse sonho dourado. Mas continuo intrigado. Quem está pagando?"

http://www.viomundo.com.br/humor/leandro-fortes-faltou-um-google-a-antenada-blogueira-cubana.html

Carta aberta a Renan Calheiros

http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed734_carta_aberta_ao_senador_renan_calheiros

Quando a novidade é o máximo do paradoxo

Marina morena Marina, você se pintou..

A Coisa

Por: Gerson Carneiro

A novidade que abriu o fim de semana foi o mega evento do lançamento da coisa inventada pela Marina Silva. Pouca gente soube mas foi o suficiente para sufocar o factoide inventado pela revista Veja sobre a vinda da blogueira vida mansa de Cuba.
A Coisa é algo que não é de Direita nem de Esquerda, nem de Centro. Nem de cima, nem de baixo. Ou seja, é o que não pode ser que não é.
Mas Marina não é a primeira a inventar a Coisa. O cantor norte-americano Prince chegou a trocar seu nome por um símbolo inominável.
Marketing é tudo. Fosse eu o marqueteiro da Coisa proporia:
Marina e Banco Itaú em lançamento do partido da REDE bancária.
Quem se filiar e abrir uma conta no Banco participará de sorteio de perfume da Natura, e hospedagem em hotel de luxo na Amazônia.
Ah, e um quilo de alfafa de soja, totalmente natureba.
“Cuidado com a coisa coisando por aí
A coisa sempre coisa e também coisa por aqui”


http://www.dihitt.com.br/barra/os-limites-da-patria

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Ministério Público do Trabalho vai pra cima da BASF

Patrocinadora da Vila Isabel pode ter que desembolsar quantia recorde de R$1 bilhão de reais aos trabalhadores brasileiros contaminados e que perderam suas vidas por causa da ganância de uma empresa selvagem. Indenização pode alcançar até seus descendentes.

http://www.brasildefato.com.br/node/12006

YoanI Sánchez: Blogueira cubana chega ao Brasil e é repudiada pelo movimentos sociais

Musa Globo e do PSDB, porém deve ser ouvida pois certamente tem muito a dizer, principalmente no que toca a sua aproximação com os EUA.

http://www.brasildefato.com.br/node/12005

A que ponto chegou Marina Silva

A Rede da Marina Silva para amarrar você na Matrix dominadora do Itaú e da Globo

Militantes são credenciados no encontro nacional do partido de Marina.
Organização empresarial feita por bilionária do Grupo Itaú.
Nada decepciona mais nesse partido da Marina Silva do que a negação da luta política dos mais fracos e da pregação ao conformismo submisso aos mais fortes.

É a "utopia sonhática" do Itaú, da Globo, do bilionário neoliberal dono da Natura. É a sustentabilidade reacionária e conservadora. Os bilionários mandam, eles são os "sábios" conselheiros, orientadores e ideólogos de um hipotético governo, cuja REDE Marina se encarregaria de manter conectados os brasileiros, obedientes à ordem dominadora moldada por eles. Todos conformados, igual aos dominados no filme Matrix. Semelhante aos primeiros 502 anos da história do Brasil.

Cito o banco Itaú, especificamente, porque uma das principais caciques do partido de Marina é Maria Alice Setúbal, herdeira e acionista do império Itaú. Segundo o "site" na internet, sua função no partido é "mobilização de recursos".
Não deixa de ser curioso que os recursos mobilizados são laranja, a cor de fundo usada nas placas e propagandas do Banco Itaú.

Irresistível não comparar com a dominação de Matrix, quando vemos a foto de militantes enfileirados para serem credenciados em guichês com placas laranjas (foto acima), por atendentes uniformizadas de blazer preto com camisa laranja (a cor do Itaú, de novo). Parece que as atendentes estão plugando um a um à dominação da Matrix do Itaú.

Muito além da comparação com o filme, o mais grave é querer esvaziar a luta política como instrumento dos cidadãos conquistarem melhorias de vida.
O discurso de Marina é recheado de frases de efeito sempre puxando para um suposto "novo jeito de fazer política", "acima da esquerda e direita", "não é oposição, nem situação", "resgatar a ética", "não tem movimentos sociais por trás", "não fuma, nem bebe" e blá-blá-blá para ser politicamente correto, agradar a todos e não desagradar ninguém. Luta política que é bom, e que obriga a escolher lado, nada.

É o discurso que a Globo e o Itaú gostam. É discurso da desconstrução e criminalização da luta política que bate de frente com seus interesses.
É o discurso que busca dominar a chamada nova classe média, buscando convencê-la a se desiludir com a luta política que a levou a conquistar o que tem, e votar alienada, igual vota no paredão do BBB, em quem acha mais bonzinho, mais simpático, mais bonitinho. Na luta política, do jeito que está, a Globo sabe que não vence mais, então o negócio é esvaziá-la. E que tristeza ver Marina Silva fazendo esse serviço.

A REDE Matrix da Marina está mandando às favas a luta política do enfrentamento contra a má distribuição de riquezas e injustiça social.
O Banco Itaú fica mais "sustentável" quando a clientela faz tudo pela internet e deixa de ir na agência, deixa de imprimir papel. Mas esse ganho de produtividade, esvaziando as agências, o banco não compartilha com seus trabalhadores, mandando-os para o olho da rua, mesmo com lucros estratosféricos.

A boa luta política é brigar por leis que reduzam a jornada de trabalho em vez de demitir, se a empresa teve ganho de produtividade e tem lucros suficientes para manter a mão de obra. Ou pelo menos, quem pode mais e desemprega só para lucrar mais, tem que pagar mais impostos necessários a gerar novos empregos.

De nada adianta abraçar árvores, financiar ONG's, se a empresa joga pessoas no desemprego só para aumentar mais ainda os lucros de acionistas. Esse egoísmo é uma forma de poluir a qualidade de vida na sociedade, com o empobrecimento de pessoas, a desestruturação de lares, de famílias, que o desemprego provoca, muitas vezes. E para acabar com esse egoísmo é preciso luta política. Os partidos políticos são os instrumentos desta luta para mudar leis.

A grande luta política no Brasil ainda é o combate à desigualdade para elevar brasileiros pobres para um padrão de vida de classe média. E essa REDE Matrix de bilionários em torno da Marina tem uma agenda pragmática oposta, como, por exemplo, lutam para pagar menos impostos, mesmo com lucros exorbitantes; condenam verbas para programas sociais; pregam arrocho de salários e aposentadorias para ter mais lucros se pagarem alíquotas menores para manter a Previdência; pregam cortar direitos trabalhistas para poder demitir mais fácil e mais barato. Pregam a privatização e redução de serviços públicos, essenciais para quem não tem condições de pagar.

É luta contra tubarões, que enfrentamos e que produz baixas do nosso lado. Novidade na política é concluir o ciclo dessa luta e conscientizar aqueles que estão plugados na Matrix de dominação da Globo e do Itaú a se libertarem das amarras.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Em defesa do Parlamento Brasileiro

Nesses tempos em que o Congresso Nacional tem sido atacado dia noite pela velha mídia, usurpado pelo poder Judiciário, nesses últimos dias onde teve até, pasmem, sua extinção pedida nas redes sociais, acho que vale a pena essa reflexão sobre o seu papel e sua importância na democracia.

A mídia e os arautos da ética udenista, moralistas de ocasião que ganharam voz no STF, tentam a todo custo desmoralizá-lo perante a opinião pública; e nessa horas, muita gente boa acaba embarcando, virando masa de manobra e fazendo o coro das "velhas viúvas" saudosas dos regimes autoritários..

Como atenta de forma muito oportuna Mauro Santayana em seu artigo acho que vale a lembrança nesse momnto:

Não há democracia sem Parlamento!

segue:

"O Parlamento é a nação reunida, com seus vícios e virtudes – e não temos outra nação, senão a nossa. Ela poderá ser outra, e tem sido outra, ao longo do tempo, graças à nossa vontade política, quando temos essa vontade. Foi assim que nos reunimos nas ruas, em 1983 e em 1984, para recuperar os ritos democráticos perdidos em 1964.

http://www.maurosantayana.com/2013/02/nao-ha-democracia-sem-parlamento.html

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Se todos fossem iguais ao Seedorf

E Seedorf deu hoje mais uma lição de profissionalismo e humildade nesses tempos em que jogadores de futebol se acham!

http://jblog.jb.com.br/botafogo/2013/01/30/se-todos-fossem-iguais-ao-seedorf/

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Eduardo Marinho e o cheiro da alma da mídia privada

Muito bom o texto do Eduardo Marinho, quem gostar e puder, acho que vale replicar nas suas redes. É exatamente o que eu penso: A falta d'água da população pobre atrapalha o tráfego dos que vão de carro, mas a falta de água dos usuários do Aeroporto é tida como absurdo e mais um motivo para bater no governo.

Segue o texto com destaque para o trecho abaixo e depois, lá no final, pra ilustrar o que Eduardo diz, o vídeo do William Waak completando o serviço sujo que Chico Caruzo inciou no Globo de segunda com sua charge mórbida e inescrupulosa - As favas com a dor alheia! O âncora da Globo, pego no Wikileaks fazendo "espionagem" pro governo americano nas eleições de 2010, tenta arrancar, ao vivo, na bancada do jornal, a todo custo do "especialista" convidado um culpado para a tragédia. Adivinhem em quem ele quer chegar? Se tiverem estômago vejam, pois tem que ter sangue frio pra testemunhar a ansiedade desse senhor para arrancar a fórceps da boca do convidado um culpado

"..Não há que contestar a mídia, nem apontar algumas de suas falhas. Toda ela, a mídia comercial, é falha, a partir de sua origem obscura e suas relações mais obscuras ainda. A alma da mídia privada cheira a esgoto. A estrutura das comunicações do país está dominada, apesar das lutas para liberar essa área estratégica da sociedade. E joga contra o povo todas suas forças, no sentido de concentrar poderes e riquezas, de explorar a população e o patrimônio público, de impor ao Estado o roubo dos direitos da maioria e na criação de privilégios para a minoria dominante e seus servidores de luxo. Privilégios são formados com o roubo dos direitos."

 http://observareabsorver.blogspot.com.br/2013/01/sociedade-fogo-e-midia.html

http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/01/ancora-da-globo-culpa-pt-por-tragedia.html

Regulação da mídia: A lição que vem da Europa


Europa ensina aos nossos "arautos da liberdade", como Liberdade expressão (um direito de todo cidadão e não de um pequeno grupelho) e regulação midiática devem caminhar juntas numa sociedade democrática.
A mídia empresarial é antes de tudo, esperneie-se ou não, uma atividade econômica. Em alguns países, assume também o papel de partido político, mas aí já é uma outra história..
Aqui no Brasil, onde essa "outra história" se dá como em nenhum lugar do mundo, esse debate é sempre muito difcíl pois até o ministro Ayres Britto, a época presidente do STF, lamentavelmente demonstrou não ter a dimensão clara que diferencia a liberdade de expressão da liberdade de imprensa.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Isso sim a imprensa deveria cobrar do governo, bem como a Reforma Agrária paralizada por Dilma

..mas não o faz pois o seu gene conservador é dominante sobre o gene golpista.

E o que fazem não é um jornalismo isento direcionado a sociedade mas sim uma trama esquizofênica motivada por interesses privados e pela raiva e o ressentimento histórico que nutrem pelo lulopetismo.

Pois esse blog apóia e divulga: Em defesa da cidadania, do desenvolvimento e da valorização do trabalho:

Centrais sindicais: Todos a Brasília pressionar governo Dilma

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A resposta de Dilma para a mídia do contra

Para todas as Mirians, Hipólitos, Cantanhedes e Mervais que durante quase um mês apostaram duro e torceram contra, aí está: Com vocês, a palavra da presidente.

DILMA EM CADEIA NACIONAL: "ELES ERRARAM FEIO"

" Surpreende que, desde o mês passado, algumas pessoas, por precipitação, desinformação ou algum outro motivo, tenham feito previsões sem fundamento, quando os níveis dos reservatórios baixaram e as térmicas foram normalmente acionadas. Como era de se esperar, essas previsões fracassaram. O Brasil não deixou de produzir um único kilowatt que precisava(...). Cometeram o mesmo erro de previsão os que diziam, primeiro, que o governo não conseguiria baixar a conta de luz. Depois, passaram a dizer que a redução iria tardar. Por último, que ela seria menor do que o índice que hváimos anuciado. Hoje, além de garantir a redução, estamos ampliando seu alcance --e antecipando sua vigência. Isso significa menos despesas para cada um de vocês e para toda a economia do país (...)Todos, sem exceção, vão sair ganhando(...) Espero que, em breve, até mesmo aqueles que foram contrários à redução da tarifa venham a concordar com o que eu estou dizendo.Aliás, neste novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás, pois nosso país avança sem retrocessos, em meio a um mundo cheio de dificuldades.Hoje, podemos ver como erraram feio, no passado, os que não acreditavam que era possível crescer e distribuir renda. Os que pensavam ser impossível que dezenas de milhões de pessoas saíssem da miséria. Os que não acreditavam que o Brasil virasse um país de classe média. Estamos vendo como erraram os que diziam, meses atrás, que não iríamos conseguir baixar os juros".

                                                                                                      (Presidenta Dilma; 23-01-2013)

(Carta Maior; 5ª feira,24/01/2013)

Dilma:“Nenhum risco de racionamento no curto, no médio e no longo prazo”

Racismo em concessionária na Barra da Tijuca

Esse é mais um caso para "ilustrar" a tese do nobre diretor de jornalismo da Globo, autor da obra-prima da antropologia brasileira: Não somos racistas

http://www.viomundo.com.br/denuncias/nao-somos-racistas-2.html

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Deixe que a alma..

http://www.youtube.com/watch?v=YlpcGZM0eHM

O DNA golpista da Globo

1982 - Escândalo da Proconsult: A fraude nas eleições do Rio de Janeiro 
Roberto Irineu Marinho, filho do dono e um dos quatro homens fortes da corporação, havia assumido o compromisso com o candidato do regime, Moreira Franco. Foi montado um esquema criminoso para fraudar a contagem dos votos através da empresa Proconsult, cujo programador era um oficial da reversa do Exército.

Nesta trama , a TV Globo ficou com o encargo de manipular a divulgação da apuração. Mas, já prevendo a fraude, foi montado um esquema paralelo de apuração, organizado por uma empresa rival, o Jornal do Brasil. A armação criminosa foi desmascarada, Leonel Brizola foi eleito governador e a poderosa Rede Globo ficou desmoralizada na sociedade.
1984 -Editorial do Globo reafirmando o apoio a Ditadura Militar (chamada por Roberto Marinho de Revolução)
1984 - Diretas Já: Como a Globo omitiu a informação, ludibriando o povo dizendo se tratar de uma festa em SP.
A TV Globo, totalmente ligada à ditadura, simplesmente ignorou as gigantescas manifestações. Chegou a rejeitar matéria paga sobre o protesto das Diretas-Já em Curitiba. Até duas semanas antes da votação da Emenda Dante Oliveira ela não divulgou nenhum dos eventos da campanha, que reunia centenas de milhares de brasileiros. No comício de São Paulo, em 25 de janeiro de 1984, ela só aceitou noticiar o ato, que juntou 300 mil pessoas, após conversa reservada entre o presidente do PMDB, Ulysses Guimarães, e o chefão Roberto Marinho. Mesmo assim, registrou o comício de maneira distorcida, como se fosse parte da comemoração do aniversário da cidade.

Somente quando percebeu o forte desgaste na sociedade, com os manifestantes aos gritos de “o povo não é bobo, fora Rede Globo”, a emissora começou a tratar da campanha – já na reta final da votação da emenda, em 25 de abril. Novamente, Roberto Marinho confessou seu crime numa entrevista. “Achamos que os comícios pró-diretas poderiam representar um fator de inquietação nacional e, por isso, realizamos apenas reportagens regionais. Mas a paixão popular foi tamanha que resolvemos tratar o assunto em rede nacional”.
 

 
1989 - Video da BBC de londres falando sobre a armação para derrubar Lula e eleger Collor
1994 - O dia que entrou pra história das comunicações no Brasil: Brizola consegue direito de resposta em pleno JN. O povo passa a saber quem é o que faz a empresa de Roberto Marinho pela boca do Cid Moreira.

30 anos sem Garrincha, o Charles Chaplin do futebol!


http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=21520

Globo x Venezuela: Uma guerra ideológica raivosa

Manifestação maciça da população em apoio ao governo venezuelano, para a mídia, é golpe de Estado. O seqüestro do presidente, em 2002, sim, era a "volta da democracia". Mas o povo derrubou essa "democracia", botou as elites golpistas pra correr e trouxe o presidente eleito de volta. E agora o apóia, mesmo com a mídia em histeria convulsiva.

http://observareabsorver.blogspot.com.br/2013/01/manifestacao-macica-da-populacao-em.html

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Veículos de comunicação fazem política o tempo inteiro

Os grandes empresários donos da chamada mídia nacional já não se contentam mais com o papel de oposição que assumiram, já não se contentam mais em desgastar o governo que rejeitam diariamente por todos os canais que possuem, agora querem derrotá-lo a qualquer custo.

Apagão, preço da gasolina, conta de luz..um golpe por dia.
Nos últimos dias – atenuada um pouco a pressão das elétricas para terem seus interesses atendidos com o argumento de que, se não fossem, haveria racionamento – a pressão tem sido para que o aumento de combustível venha já e o mais alto possível. Os veículos de comunicação dos Marinho, TV e jornal, e seus congêneres na imprensa, apavorados com a sucessão de vitórias populares em toda América Latina e com o fim dos privilégios e monopólio das famílias que controlam a mídia em todos países do continente – famílias que derrubavam governos e mudavam leis – continuam a fazer o que sempre fizeram: política o tempo todo

Como agora, nitidamente, nos casos da energia elétrica e dos combustíveis. Sempre se beneficiaram das ditaduras. Como beneficiaram-se aqui no Brasil. Daí a política de pressão e chantagem que exercem sobre o governo Dilma Rousseff, que vai até além da oposição pura e simples e da tentativa de desgastar o governo e derrotá-lo.

Querem cooptá-lo e impor suas posições e interesses. Querem sentar à mesa para decidir os destinos do país. Querem se precaver dos riscos do governo da presidenta Dilma Rousseff, o 3º governo do PT, dar certo. Daí a torcida pelo quanto pior melhor, e a leniência, a prevaricação com os malfeitos da oposição e de seus candidatos velhos e novos, com seus escândalos e desgovernos.

Querem se precaver dos riscos de o governo dar certo

Como nos casos do contraventor Carlos Ramos Cachoeira, que capturou um governo – o de Goiás -, e do fracasso tucano em São Paulo depois de 20 anos de governo do PSDB. São agentes políticos e atuam como tais. Basta ver como a cada eleição assumem posições políticas e apoiam candidatos – na melhor das hipóteses em editoriais, mas geralmente dirigindo o noticiário.

Ultimamente andam articulando e participando de ações políticas como no julgamento da Ação Penal 470 no Supremo Tribunal Federal (STF). Defendem interesses econômicos e comerciais. Fazem uma espécie de trafico de influência, de lobby encoberto. Encoberto na forma, mas atuam abertamente em oposição às politicas dos governos do PT, aprovadas três vezes nas urnas pela soberania popular nas duas eleições do presidente Lula (2002 e 2006) e na da presidenta Dilma (2010).

São aliados dos órgãos estatais capturados por eles e pela oposição e defendem suas ações de forma encoberta por um discurso moralista e falso de combate a corrupção. Antes era a iminência do racionamento de energia o que mais entusiasmava a mídia. Agora é uma torcida para que não vingue a redução de 20% nas contas de luz, a vigorar a partir do próximo dia 5 de fevereiro.

O Globo, dos Marinho, lidera nos dois casos.

Nos últimos dias, atenuada um pouco a pressão das elétricas para terem seus interesses atendidos com o argumento de que, se não fossem, haveria racionamento, a pressão agora é para que o aumento de combustível venha já e o mais alto possível. Nisso, dão (os jornais) até dia que o reajuste entrará em vigor, quando o governo diz que ainda estuda e nem sequer estabeleceu o índice desse aumento.

Daí que a atual ação predatória e impatriótica contra a redução das contas de luz é apenas uma pequena amostra da ação nefasta dos proprietários e controladores dos principais meios de comunicação hoje, verdadeiros censores no Brasil.

O suicídio da imprensa brasileira

Por Emir Sader

"..A velha mídia brasileira passou a trilhar o caminho do seu suicídio. Decidiu não apenas não entender as transformações que o Brasil passou a viver, como se opor a elas de maneira frontal, movida por um instinto de classe que a identificou com o de mais retrogrado o pais tem: racismo, discriminação, calunia, elitismo.

Não há mais nenhuma diferença entre as posições da mídia – a mesma nos principais órgãos – e os partidos opositores. A mídia fez campanha aberta para os candidatos à presidência do bloco tucano-demista e faz oposição cerrada, cotidiana, sistemática, aos governos do Lula e da Dilma."


http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=1169

Academia Brasileira de Ciência responde a Nuzman

Leia a carta na íntegra:

http://www.sbpcnet.org.br/site/home/home.php?id=1828

O inacreditável aconteceu: COB patenteou a palavra olimpíadas

Comentários

"Se tivesse que dar patente para a palavra Olimpíada, Olímpico, Olimpic, Olimpikus, ou qualquer outra derivada em qualquer outra língua deveria ser dada ao povo da Grécia.
Que Zeus mande um raio na cabeça desse paspalhão do Nuzman!"

" Nuzman está multimilionário só fazendo cartolagem no esporte, e o pior é que o esporte brasileiro tem resultados olímpicos pouco mais do que medíocres. "

"Acho que vou patentear a palavra amor e ficar rico"

"Depois da Copa e Olimpíadas podemos chamar Nuzman "prá um dedinho de prosa", numa CPI. Antes não...estão doidos para queimar o filme do Brasil.

"Trata-se de uma imbecilidade tão grande - além do autoritarismo embutido na idéia - que é difícil acreditar. Mesmo um gângster como o Nuzman parecia mais inteligente do que isso. Fim da picada."

http://fisicamoderna.blog.uol.com.br/



Porque o BBB tem que ser proibido

Há 13 anos Globo infringe a Constituição com programação de baixo nível que degrada a condição humana.
 
Enviado por luisnassif, ter, 17/01/2012 - 12:04
  1. Intimidade e privacidade são bens indisponíveis. Isto é, não é dado a outras pessoas invadirem esse tipo de bem jurídico. É um direito individual, inalienável e intransferível. Somente a própria pessoa – por ela própria (não por meio de outro) - pode abrir mão desse direito.
  2. Exemplificando. A legislação não pune a autolesão. Mas pune quem induz ou pratica a lesão em terceiros, mesmo com sua autorização. Não pune a tentativa de suicídio, mas quem induz. Não proíbe a prática de prostituição, mas pune quem explora. Esses princípios derrubam a ideia de que basta a pessoa autorizar para que sua intimidade possa ser exposta por terceiros de forma degradante.
  3. Tem um caso clássico na França do lançamento de anões. Um bar tinha uma atração que consistia em lançamento de anões. A prática passou a ser questionada nos tribunais. O depoimento de um dos anões foi de que dignidade era ter dinheiro para sustentar a família. A corte decidiu que a dignidade humana deveria prevalecer e proibiu a prática explorada pelo estabelecimento.
A análise do BBB deve ser feita a partir desses pressupostos.
  1. Não poderia ser questionado juridicamente alguém que coloque em sua própria casa uma webcam e explore sua intimidade.
  2. No caso do BBB, no entanto, a exploração é feita por terceiros de forma degradante. É como (com o perdão da comparação) o papel da prostituta e do cafetão. E não é qualquer terceiro, mas o titular de uma concessão pública obrigado a seguir os preceitos éticos previstos na Constituição - que não contemplam o estímulo ao voyeurismo.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Indígenas pedem ajuda contra reintegração de posse do Museu do Índio


'É muito pesado para nós, os poucos indígenas que estão aqui, fazer essa resistência sozinhos', diz líder da Aldeia Maracanã; MPF move ação para evitar demolição do patrimônio público'

http://www.brasildefato.com.br/node/11563

Provocações

http://observareabsorver.blogspot.com.br/2013/01/abujamra-entrevista-mario-sergio.html

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Globo fecha o ano com pérola do jornalismo-vergonha.

Parece inacreditável mas é verdade: Nem ela acreditou no que estava sendo obrigada a fazer.Pressionada por seus patrões, entrando ao vivo no JN, nem toda aquela rigidez estética era capaz de esconder tamanho desconforto.
É absolutamente inconcebível isso. Deveria ser motivo de um seminário ou algo que o valha em qualquer faculdade de comunicação de quinta.
 
Viva o jornalismo de esgoto global! Em meio a crise mundial, a Rede Globo simplesmente "cobre os fatos de pancada" e consegue, pela boca da Poeta, transformar quase 2 milhões de empregos gerados no Brasil (!) numa nótícia ruim.
Santos e demônios não existem nem no céu e nem no inferno. A Globo antes achava, mas agora parece mesmo ter certeza que somos todos idiotas.
Sinceramente, é o fim da linha: O ódio da empresa da famiglia Marinho ao lulopetismo não tem mais limites.
lamentável, mas se disséssemos que não estamos acostumados estaríamos mentindo..
Abraços e que venha 2013 mais um ano de luta contra as barbaridades da mídia empresarial. Por uma nova mídia, honesta, isenta, responsável, plural e democrática.
 

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

A paz

"Aproxime-se de seu criador com o objetivo da paz", assim preconizava Mahatma Gandhi em sua busca incessante pelo pacifismo no mundo. É justamente o que tenho procurado há algum tempo quando faço minhas orações, esperando aquilo de mais essencial - de mais místico e ao mesmo tempo inteligível - que, acredito, Deus possa dar ao coração humano: a paz.

 Mas não falo de qualquer paz, falo desta paz que o homem procura para serenar uma existência inquieta, fruto de uma vida atribulada e comprimida pelo tempo, somada a uma sede insaciável de presença, atenção, carinho e outros sabe-se-lá-o-quês...

A cada dia me convenço mais de que aquilo que o mundo e as sociedades clamam de uma maneira geral, é também uma necessidade endógena, presente na mais recôndita vontade de cada ser humano de obter a paz interior. Um dos principais preceitos do Dalai Lama fazia referência exatamente à isso, nos admoestando que "sem a paz interna é impossível haver paz no mundo'.

E eis o motivo da inocuidade, do eterno "cair no vazio" das milhares de manifestações que vemos pelo mundo e pela cidade a fora; pois a mesma pessoa que xinga e burla violentamente as leis do trânsito durante a semana, no domingo, veste-se de branco para participar de uma passeata pela paz.

Mas qual paz? A que paz o cidadão comum faz referência nessa hora? E o que é mais relevante: qual a paz esta pessoa tem procurado conservar pra tentar viver bem consigo e conviver bem com os seus? Esta é uma pergunta que devemos também direcionar a nós, pois uma vez evitando se ver como parte do todo social, corremos o risco de nos distanciarmos de vez dele e ficarmos reduzidos a uma uma existência pobre, espiritualmente falando.

É nesse sentido que eu acredito que a grande revolução desse novo milênio é a interna, a do homem despindo-se de suas máscaras, tabus e preconceitos, aceitando suas limitações e (re)conhecendo seus potenciais, refletindo sobre sua conduta e acima de tudo percebendo-se sujeito de uma transformação maior, planetária. Só quando realmente mudarmos nesse sentido, quando evoluirmos (mas sem precisar morrer e voltar a esta mesma vida atribulada como pregam algumas religiões) o mundo e seus habitantes estarão aptos a mudar com a gente.

E para que vejamos esta mudança se dar da maneira mais completa possível é fundamental que ocorra também uma volta a essência, ao estado natural das coisas que nos reaproxime da natureza, e nos faça sentir de novo o cheiro da criação. Pois trata-se de algo que vai além da super velocidade do nosso tempo, das inquietações e dúvidas da pós-modernidade, mas diz respeito ao anseio mais profundo da alma humana, um anseio por descanso em vida.
Creio que a paz seja aquilo que há de mais sensível nesta vida que pode, de fato, se locupletar na transcendência.

Transformados e vivendo sob a luz de uma nova espiritualidade seremos capazes, finalmente, de enxergar o semelhante e as questões concernentes a vida em sociedade. Sim, porque engana-se quem pensa conseguir cuidar do todo sem antes conhecer e, acima de tudo, se reconhecer como parte; é impossível para o homem enquanto este encontra-se alienado de si mesmo e de seu próprio ambiente natural.

A água é a preocupação ecológica mais candente que se apresenta a humanidade nesse começo de século, e por que não paramos ainda pra refletir de maneira compromissada? Por que, pelo menos, não desligamos o chuveiro enquanto nos ensaboamos? Eu arrisco uma resposta: Porque, apesar de vivermos aqui, estamos muito distantes da Terra, não conhecemos de fato a nossa casa e tão pouco nossos co-irmãos. Deveríamos aprender com os índios que um povo que se distancia de sua própria "casa", que se revela incapaz de resolver questões básicas de sobrevivência, jamais poderá apaziguar os conflitos interpessoais para levar uma vida de paz, harmoniosa em sua sociedade.

Penso que este sim seja o grande sentido de espiritualidade dos novos tempos, quem sabe até numa perspectiva holística, a verdadeira re-ligação - que as religiões no mundo se mostraram incapazes de promover - propiciadora do encontro do homem com sua essência natural, com o universo e com Deus.


Weber e outros filósofos usaram a expressão reencantamento do mundo, numa alusão a volta do homem ao sagrado, que se daria depois que o indivíduo moderno se encontrasse completamente atomizado pelo mundo da razão. Sinceramente, não vejo esta hora muito longe, acho que já estamos até vivenciando ela, só que, lamentavelmente, da maneira mais distorcida possível - vide as loucuras do fundamentalismo Islâmico, o recrudescimento do sectarismo evangélico, a indústria milionária dos gurus, as novas formas de dominação da força hegemônica católica,  a assustadora emergência exotérica na “nova era”, etc.  

Vivemos um tempo de "racionalismo-espiritual", de hiperindividualismo e onipotência, um novo ethos parece se establecer e, por ele, tudo agora pode ser explicado, onde o aquilo que é sentido de quase nada vale se também não fizer sentido.

Mas tenho esperança que já está chegando o dia em que o mundo despertará para essa nova espiritualidade, sem religiões, sem dogmas, doutrinas ou modelos de conduta. Uma espiritualidade que alcance tanto o indivíduo como a coletividade e, consequentemente, todo o planeta. O dia em que o homem fará valer a força das palavras de Gandhi, aproximando-se do criador com o objetivo único da paz, para então, no gozo de sua plenitude, ir praticá-la pelo mundo no lugar de apenas pedi-la nas ruas. É essa minha mensagem de esperança!

Neste fim de ano e para o que já se aproxima desejo de todo o coração à você a paz que também quero para mim, na certeza de que é possível alcançá-la na mesma medida que também é preciso desejá-la com todas as forças. 
Abaixo, palavras de esperança que vem justamente daquele cujo nascimento, agora, celebramos pelos quatro cantos do mundo e que, entre outras, também é chamado de Príncipe da paz.

"..Eu vos disse isso para que em mim tenhais paz. Neste mundo experimentareis a aflição, mas tende confiança, eu venci o mundo." (Jesus)

Um bom natal pra você e sua família,
E um 2003 de renovação pela paz e para a paz!
 
* Texto publicado há 10 anos no antigo blog.

Botafogo prapara presente de natal para sua torcida!

http://odia.ig.com.br/portal/ataque/botafogo/botafogo-prepara-presente-de-natal-para-torcedores-1.528756

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Brasil, o país onde é proibido duvidar

Não existe mídia no Brasil. Existe um grupo de barões que controlam meios de comunicação e fazem deles a banda larga por onde passam seus valores, ideologias, etc.

Não existe justiça no Brasil. Existem leis feitas para proteger  uma parte específica da sociedade e todo um sistema operando nesse sentido; do juiz do stf até o guarda da esquina.

Falta muita coisa no Brasil, muita coisa mesmo... mas uma coisa tem de sobra: Verdades. Por aqui todo mundo sabe de tudo e ai de quem desconfie e tente trazer o contraditório, o primo rico do outro lado da moeda..


Diziam os filósofos gregos, mesmo antes de Sócrates dar o ar de sua graça nesse planeta: " A dúvida é o princípio da sabedoria."

Por aqui, não há dúvida sobre nada, logo conclui-se que...

Duvidar pra quê?_está na propaganda que intervala a novela das oito.
 
Falta mesmo muita coisa no nosso país, mas uma outra coisa tem de sobra: Arrogância. Está cheio de dono da verdade por aí, opinando sobre tudo, do cocô a bomba atômica. Aí, a gente mesmo, somos os mágicos desinventores que transformam palpites e pitacos em conhecimento.

E é justamente aí, nessa nossa mentalidade ireflexiva, não questionadora, que em última análise, nada mais é do que a nossa falta de estímulo pelo saber científico que vamos  vivendo numa ilusão sem fim, e sendo enganados por qualquer telejornal, qualquer vizinho, ou mesmo os amigos que curtem a gente na rede social.

Millor dizia: "Se você não tem dúvidas é porque está mal informado."Então viva a nossa ignorância, a pior do mundo, pois advém da falta de vontade de conhecer, somada a uma arrogância sem limites.

Viva o Brasil, o país do consenso jogo-rápido, a grande Sucupira.. Por aqui se vira santo ou demônio da noite pro dia, herói ou bandido, num piscar de olhos, ou de um plim-plim pro outro.

Afinal, duvidar pra quê? vamos todos montar na nossa arrogância sem fim, e replicar o que eles querem nas esquinas e nos facebooks da vida..
Por aqui o negócio é tagarelar muito e sobre qualquer coisa.Seja o que for o negócio é repetir cheio de moral, e de prefeência fazendo muito barulho, o que ouviu de rebarba do colega que leu na capa do Globo pendurado na banca do jornal, que amanhã vai embrulhar o peixe na feira.

Então, mais um viva, agora ao emburrecimento geral da nação e viva um governo que até agora não faz NADA por educação, a meu ver, nosso único caminho.

Mas enquanto esse país não nasce de novo, vamos seguindo, juntando os que estão pra se juntar e fazendo nossa parte.

Confesso que as vezes, tanta estupidez me desanima..Hoje está assim, amanhã é novo dia.

Abaixo, o fragmento e depois o texto na íntegra:
 
"...E dependendo do consenso que se tem sobre esta condenação, depois resolvo o risco de punição angariando a simpatia dos adversários do meu pré-condenado, e da sociedade que adora meu comportamento de "justiceiro", que por isto, me apoiarão na minha defesa, ainda mais quando utilizo a "chantagem" do direito a informação da sociedade.

Esta tática para os ricos e poderosos, porque quando vaza crime de pé-de-chinelo, ninguém sequer questiona. O consenso já é pré-estabelecido junto com a pré-condenação.É só checar os fatos mais rumorosos..."

Mídia e Judiciário agora reprimem no campo

http://www.viomundo.com.br/denuncias/stedile-midia-e-judiciario-agora-reprimem-no-campo.html

“A decisão do STF é contra a letra de qualquer livro de Direito Constitucional”

Absurdo



 

As feras togadas do STF

Eles estão descontrolados!!! E a mídia partidarizada mais excitada do que nunca

Nesse momento, a Globo News faz programa espinafrando o Congresso...e colocam o STF nas alturas inimagináveis das galáxias!!

O que a mídia não conseguiu com o PSDB, vai tentar agora com o STF...

Isso é perigosíssimo pra democracia, mas eles não estão nem aí.

Honduras é aqui.
 
É preciso estar atento a essa nova modalidade de golpe da direita.

http://www.viomundo.com.br/politica/leandro-fortes-feras-togadas-e-o-show-de-egolatria.html

O dia da vergonha do STF

"No futuro os historiadores reconhecerão 17 de dezembro de 2012 como o dia da vergonha do Supremo Tribunal Federal. Cinco ministros irresponsáveis empalmaram a Constituição Federal, açambarcaram o poder dos constituintes de definir lei e abriram caminho para futuras ações ilegais. A assinatura final desse episódio vergonhoso é de Celso de Mello."

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Nunca fomos tão felizes


Pra que servem os anjos? A felicidade mora aqui comigo até a segunda ordem, um outro agora vive a minha vida, sei o que ele sonha , pensa e sente” Não é coincidência minha indiferença, sou uma cópia do que faço, o que temos é o que nos resta e estamos querendo demais..”

Redes sociais estão cheias de imagens de plenitude total, onde só há espaço para a diversão. Mas somos nós mesmos naquelas fotos?
Nos últimos anos, nos tornamos especialistas em narrar publicamente nossa existência através de imagens: os pés na areia da praia, a farra com a família, a festa de sábado à noite, o almoço com as amigas, a cerveja gelada à beira da piscina. Compartilhadas rede, elas confirmam: somos felizes. Os sorrisos vistos naquelas fotos comprovam a vitória sobre a tristeza, são imagens que informam nossa incrível aproximação com um mundo onde não há espaço para os aborrecimentos da vida. O nosso cotidiano, vejam (literalmente) vocês, é quase totalmente povoado por pequenas delícias, amor, afeto, diversão. É algo que finalmente está acontecendo conosco, e não com aquela gente feliz que costumávamos ver do outro lado da tela da TV ou do computador.
É preciso dizer que as fotos que publicamos não atuam sozinhas no álbum público da plenitude: elas recebem o endosso dos outros, que sublinham e aplaudem nossa felicidade ao clicar um “curti”, ao comentar festivamente um “lindoooooo”,“maravilhosa!” ou “arrasou!” Educados, fazemos o mesmo. Nossa vida vai assim se ressignificando: se antes eram apenas as visitas, sentadas no sofá da sala, que olhavam e comentavam as fotos de aniversários e casamentos, agora somos consumidos por muitos, por gente que não necessariamente faz parte do nosso cotidiano, mas fica sabendo, de longe, do nosso sucesso. Mostramos a eles que estamos sempre ótimos, adaptados a um momento no qual “estar bem” não é apenas um caminho a tentar se seguir, e sim um imperativo social - e o que esse imperativo produz ao mesclar-se a um aplicativo diz muito sobre nós. Aqui, a vida festiva que compartilhamos com conhecidos (ou nem tanto) é analisada por filósofos, jornalistas, sociólogos, blogueiras. Longe de ver com moralismo a maneira como nos expomos em rede, eles refletem sobre aquilo o que estamos querendo dizer com nossas fotos - e o que realmente se sobressai através das imagens de uma existência que parece perfeita.
Estudando aquela que é atualmente uma das redes sociais mais utilizadas na disseminação da felicidade calcada na imagem, o Instagram, Polyana Inácio, da Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC/Minas), diz que o exagero nas auto-representações de felicidade está relacionado a maneira como escolhemos ser vistos em sociedade – algo anterior a qualquer rede social. “Desde sempre, ao nos apresentarmos publicamente, tendemos a criar uma estratégia sobre como queremos ser vistos. No caso do Instagram acontece a mesma coisa. Nele temos como ‘amigos’ pessoas íntimas e outras nem tanto. De modo geral, em função desta visibilidade, queremos ser bem vistos, queridos e aceitos. É nesta hora que as pessoas podem se distrair quanto ao que estão fazendo, ao invés de pensar: 'o que realmente quero comunicar sobre mim?'”.
Neste sendo, o Instagram e outras redes não são em si os produtores de uma felicidade artificial, mas servem, antes de mais nada, como grandes condutores, são vitrines pensadas para exibir o (super) humano. “A raiz talvez se encontre na obrigação de aparentar energia e sucesso. Isto é uma exigência social presente em vários segmentos, inclusive na Internet. Atualmente parece estranho envelhecer, se entristecer ou esperar”, diz Polyana Inácio. A busca pela validação do outro, natural e saudável (o reconhecimento dos amigos, o respeito do chefe no by Browse to Save" href="http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2012/12/03/nunca-fomos-tao-felizes-65516.php#">trabalho), termina ganhando formas diferentes quando essa validação ecoa na rede. “Será que às vezes não cometemos exageros por agir como se somente ali fosse possível ter audiência, ver e ser visto?”, pergunta a pesquisadora.
A plenitude contemporânea é um dos objetos de estudo do sociólogo e professor da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Demo, que, em Dialética da felicidade: olhar sociológico pós-moderno (Editora Vozes), divide esse estado de espírito entre o vertical e o horizontal. Neste, a felicidade tende a ser superficial, “Como quando nos contentamos apenas com momentos felizes. É, de certa forma, a alegria do bobo alegre”; o outro, vertical, é a alegria do “bom combate”, que, em geral, implica renúncia. “Difícil é ser feliz de modo duradouro sem renúncia, segundo consta em muitas propostas espirituais.”
O caso é que as imagens, o “compartilhe o momento”, são manifestações materializadas dessa alegria vapt-vupt, que precisa ser constantemente renovada (fotografada) para que nos sintamos realmente fazendo parte da Grande Aldeia da Diversão. “A felicidade como condição mais permanente e profunda é outra coisa. Aparentar felicidade é, muitas vezes, a única felicidade que resta, quando não se tem um projeto - sempre reconstruído - de felicidade mais duradoura.”
Essa necessidade de ao menos aparentar um estilo de vida – e um estado de espírito –que são superestimados no ambiente social também tem seus laços na chuva de representações que consumimos diariamente via outdoors, celular, TV e, claro, internet. Agora, no entanto, não precisamos de “atravessadores” para surgirmos na maioria destes suportes: somos produtores e disseminadores de nossas próprias imagens, nossa vida vai direto para o You Tube e Facebook, o que nos dá mais controle e poder sobre quem somos – ou queremos ser. Aí é que mora o nó: se podemos nos representar, se não precisamos de intermediários para mostrar quem nós somos, porque insistimos em fazê-lo tendo como base uma lógica baseada na irrealidade (pele sempre perfeita, corpo emagrecido, dentes mais do que brancos)? “A mídia gira em torno de simulacros que mobilizam as pessoas, em especial seu inconsciente - não enchem a alma, mas podem encher os olhos. Imagens de felicidade refletem naturalmente seu contexto cultural e civilizatório. No ocidente, a felicidade está mais vinculada a riqueza, poder, efeito-demonstração, ostentação, bens materiais. Em outros recantos, pode haver uma acentuação mais clara de outros valores mais duradouros e profundos, como renúncia, saber disciplinar os desejos, conviver produtivamente com limites, tirar proveito das imperfeições. Por isso tanto gente nas redes sociais se contenta em ser 'seguidor' - não tendo luz própria, serve a dos outros.”
O SCRIPT DA VIDA
Mesclando a filosofia de Baruch Spinoza a análises sobre a comunicação e o consumo atuais, o professor Luís Peres, da ESPM de São Paulo, observa a existência de uma exuberante indústria cultural da felicidade, produtora de imagens que nos mostram como poderíamos ser felizes se estivéssemos consumindo isto ou aquilo. “São imagens que associam nossa existência a algo que nós não temos. É a contínua produção do desejo: nela, ser feliz é conseguir aquilo o que desejamos, mas, quando conseguimos, já desejamos outra coisa. O prazer é o suicídio do desejo.” Essa vontade de felicidade que superpovoa o ambiente virtual é algo intríseco ao humano: ela dá sentido à vida, à vida virtuosa, à vida que vale a pena ser vivida. “Essa busca é um processo que existe desde que o homem é homem. Sentimos a necessidade que o outro legitime essa felicidade e, na internet, essa legitimação pode estar no botão ‘curti’. A existência não tem sentido nela mesma, não nascemos felizes. Temos que buscar essa felicidade – e ela não está nas coisas”, diz.
Para a professora Ângela Prysthon, da Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM/UFPE), as redes sociais, desde o Orkut, servem como uma espécie de álbum de figurinhas, um mosaico de referências. “Nesse sentido, as ‘imagens de felicidade’ têm uma relação direta com as referências, com os gostos que formam as pessoas. Fica evidente, de certo modo, a ligação entre alegria e consumo, já que muitas das referências são elementos da indústria cultura, da cultura de consumo. Então, ‘imagens de felicidade’ podem ser fotos de viagens, de refeições, de shows, de baladas, etc.“ É a própria descrição daquilo o que vemos no Instagram, por exemplo.
Para a pesquisadora, as redes sociais também sistematizam e formatam os modos de narrar nossas vidas. “Adequamo-nos (conscientemente ou não) à timeline do Facebook, aos 140 caracteres do Twitter, aos filtros do Instagram, aos boards e categorias do Pinterest, aos templates do Tumblr, quase que naturalizando esses formatos pré-fabricados. Assim, tem-se também, de alguma maneira, uma certa pré-determinação do que seria ‘felicidade’. As imagens de felicidade seriam pré-programadas nesses scripts: sorrisos na balada, autorretratos itinerantes, evocando passados imaginários e nostalgias daquilo que nunca existiu via filtros fotográficos, epigramas humorísticos, coleções de imagens alheias.” Prysthon observa que a discussão remete às análises de três autores dedicados a pensar a contemporaneidade: Richard Sennett (O declínio do homem público); Gilles Lipovestky (A era do vazio) e Christopher Lasch (A cultura do narcisismo), todos centrais nos estudos de comunicação nos anos 80. “Vemos assim como é possível pensar a sociedade contemporânea a partir de ideias de mais de trinta anos – ainda que reformulando muitas de suas hipóteses.”